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domingo, 3 de novembro de 2013

MEU PRIMO CAVALO

Era o mês de junho e eu havia combinado com um amigo para ir na festa de forró da cidade. Estava morando na capital por causa dos estudos. Não conhecia muita gente. O forró havia muita gente, é uma das festas mais populares do estado. Ao chegarmos meu amigos disse que um primo meu iria chegar. Fiquei espantado. Meu primo? Fiquei bastante espantado porque não sabia que esse meu amigo conhecia alguém da minha família. Minutos depois ele chegou, e para minha surpresa não era um primo meu. Na verdade era um primo de minha prima. Alto, bonito, corpo atlético, malhado na medida, com uma cara de macho que deixa qualquer um doido. Nos cumprimentamos e em meio a festa meu amigo fez um gesto dizendo que o  
 
 
meu primo tinha um pau bem grosso. Na hora fiquei louco. A curiosidade bateu mais forte. Sorri mas não tive coragem de fazer nada. A festa acabou, trocamos telefone e ficamos de nos ver depois.
Com uns dias começamos a nos falar por telefone e marquei com ele para tomar uma cerveja lá em casa. Na primeira vez ele me deixou esperando e não apareceu. Marcamos novamente e dessa vez ele foi. Chegou lá com uma bermuda tipo surfista vermelha, e camiseta, mostrando os ombros largos. Sentou no sofá, começamos a beber. Só havia duas cervejas na geladeira. Então fingi que estava bebendo e deixei que ele bebesse sozinho. Em meio da conversa falei que havia ficado com muita curiosidade sobre o que meu amigo havia falado. Ele sorriu, passando a mão no pau por cima da bermuda. Chamei pra irmos pro quarto. Chegando lá ele baixou a cueca e foi aí que tive um susto.
Ele tinha o pau mais perfeito que já havia visto. E confesso que nesses meus 31 anos, nunca vi um pau tão grande, e bonito como o dele. Grande, mede uns 23 centímetros, reto, grosso e com uma cabeça ENOOORRRRMMMEEEEEE... Linda demais, vermelhinha, lisinha, reluzente. Caí de boca desesperado, como se nunca tivesse visto um pau na minha vida. Mamei muito, sugava cada centímetro daquele pau. Ele tirou a camisa e deixou a mostra aquele tórax trabalhado de maneira natural, fruto do esforço físico do trabalho, misturado com academia. Estava com um verdadeiro Deus grego. Ele puxava a minha cabeça e falava frases sacanas que me deixava cada vez mais louco. Foi quando ele pediu: _Deixa eu colocar só a cabecinha...
Tremi na base na hora. Neguei mas ele ficou repetindo a frase no meu ouvido até que eu aceitei. Coloque uma camisinha nele, com muita dificuldade por causa da grossura do pau e o tamanho da cabeça. A camisinha ficou quase pela metade. Fiquei de quatro na cama, enquanto ele pedia pra eu empinar a bunda. Aquilo me deixava mais louco. Uma mistura de frenesi com medo daquele pau. Ele encostou a cabeça no meu cuzinho me deixando gelado, com um frio na espinha. Tentou enfia-lo mas não entrava de tão grosso. Eu sentia uma dor insuportável, tentava me abaixar, enquanto ele me segurava pela cintura e mandava eu empinar a bunda, como se fosse meu macho falando. Depois de algumas tentativas, ele enfiou a cabeça. Foi uma dor tremenda, misturada com prazer. Minhas pernas tremiam, e ele enfiava cada vez mais. Sentia aquele mastro me penetrando de uma forma como nunca havia sentido nada. Ele começou um movimento de vai e vem, me segurava pela cintura e mandava eu empinar. Gemia muito, ele sabia como satisfazer um homem na cama. A melhor transa que já havia feito. Ele gozou bastante e eu também. Fiquei com as pernas tremendo, sem conseguir levantar. Nunca havia passado por aquela experiência. Até hoje fico com ele. O melhor amante que já tive. Depois contarei várias outras aventuras com ele. Fico super excitado só de pensar nele.

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