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domingo, 8 de novembro de 2015

sábado, 12 de julho de 2014

CHUPANDO NA PRAIA


 Estava deitado no sofá sem nada para fazer e acabei lembrando de algo que aconteceu comigo há alguns anos. Como já falei em contos anteriores atualmente moro na capital, vim fazer faculdade e não retornei mais para o interior. No entanto, há uns anos sempre visitava meus pais no final de semana. Eis que um belo sábado decidi ir para aquela pequena cidade de moto, tenho uma biz vermelha e em cidade pequena faz o maior sucesso entre os garotões.
Fiquei na casa dos meus pais e a noite sai pela cidade, que não é muito grande, quase todo mundo se conhece, não possui grandes atrativos. Estava na praça, bebi algumas cervejas sozinho, até que um colega também da capital que estava no interior me ligou. Falei onde estava e ele pediu para passar na casa da tia dele, eu é claro prontamente atendi. Peguei ele e voltamos para o barzinho na praça eu estava antes. Bebemos muito, as horas da noite se passavam e em interior tudo fecha muito cedo. Como o barzinho já encerrava as atividades saímos de moto. Ele me chamou para irmos até a praia. A cidade é litorânea, fica a cinquenta minutos da capital e cerca de vinte e cinco minutos da praia mais próxima.
Pois bem saímos, já eram quase onze da noite, pegamos a estrada e no meio do caminho começou a chover, meu amigo estava guiando a moto. Deixa eu falar um pouco sobre ele. Sabe aquele tipo de cara que tira o folego só de olhar? É ele. 22 anos, Alto, musculoso, muito bem definido, boca carnuda, lembra um ator global que não posso citar, mas é muito mais bonito que ele. Pele clara, cabelos pretos, nariz afilado. Um verdadeiro Deus grego. Então, como eu ia dizendo no meio do caminho começou a chover, eu segurei pela cintura dele, ele deixou então eu coloquei a mão por baixo da camisa dele. Chegava a sentir cada gominho definido no estômago dele, como ele não colocava resistência peguei no pau dele, colocando a mão por cima da bermuda. Ele virou pra traz, enquanto guiava e disse: se for para pegar, pegue direito.
Não resisti e coloquei a mão por dentro da cueca dele, segurei seu membro por algum tempo mas retirei a mão, afinal ele estava guiando a moto. Ao chegarmos na praia, estava tudo vazio, apesar de ter muitas casas na praia. Olhei para ele e perguntei se teria algum bar aberto, ele prontamente me disse: “para ter uma festa basta ter nos dois...” Naquele momento meu coração disparou, mas mantive a calma. Ele decidiu tomar banho de mar. Fomos ate a beira da praia, eu me encostei na moto enquanto ele tirava a roupa. Me deu a camisa para segurar e retirou a bermuda, ficando apenas de cueca. Como estava muito escuro não deu para ver direito. Ele entrou no mar e eu fiquei esperando. Sentei na areia, que estava um pouco molhada devido a proximidade que eu estava da água. Não conseguia enxergá-lo, subia uma adrenalina, misturado com medo de chegar alguém. Alguns minutos depois lá vinha ele. Todo molhado com aquela cueca colada ao corpo.
Chegou ao meu lado, disse que a água estava um pouco fria, mas que tava bom, perguntou o que fiz, eu continuei sentado na areia e falei que não tinha feito nada, que apenas esperava ele tomar banho. Ele se aproximou, e baixou a cueca dizendo que eu já estava na posição certa. Foi quando seu membro saltou para fora, lindo, ereto, grosso e grande, não dava para ver se a cabeça era rosada por causa da pouca iluminação, apenas as estrelas e a lua, que pairava discretamente no céu, iluminavam aquele momento. Eu é claro não me fiz de rogado, comecei a chupa-lo loucamente, passando a mão naquele abdômen sarado. Terminei de baixar sua cueca, ele se encostou na bis, eu fiquei de joelhos, chupando cada centímetro daquele pau delicioso
A pele dele estava salgada, devido a água da praia, mas estava saboroso, o momento era mágico, ele segurava em meus cabelos e puxava minha cabeça contra seu corpo, eu abria bem a boca para tentar engolir aquela vara grande e rígida. Foi a melhor ida a praia da minha vida. Beijava aquela abdomens, passava a língua em seu peito rasgado pela academia, lambia seus mamilos, descia com a boca pelas coxas delineadas dele. Eu estava praticamente enlouquecido com aquele homem maravilhoso. Quando ele estava próximo a gozar, pedia para eu parar um pouco, e depois eu continuava com aquele movimento de entra e sai. Engolia toda a pica dele. Chegava a engasgar. Passaram-se quase meia hora, eu já estava cansando, o meu corpo tremia de tesão, meu pau estava duro como um rocha. Fiquei tão excitado que cheguei a gozar sem ao menos tocar em meu pau. Foi quando intensifiquei os movimentos, ele gemia, segurou minha cabeça forte e gozou na minha boca, o esperma bateu bem na garganta, fazendo com que eu me entalasse com aquele gozo maravilhoso.
Sentei na areia, mas minha vontade era de deitar ali mesmo. Respiramos por alguns minutos, pegamos a moto e voltamos para a cidade. Todo o caminho fiquei abraçando ele, foi maravilhoso. Ele ficou em casa, peguei a moto e voltei para a casa dos meus pais. Chegamos a nos ver algumas vezes mais. Ele é maravilhoso, pena que é um cafajeste. Mas isso só o deixa mais tesudo.

 

terça-feira, 13 de maio de 2014

O SEGURANÇA TESUDO




Estava um tempo sem escrever. Muitos livros para ler na faculdade, muita legislação para conhecer e pouco tempo para fazer tudo... Bem, vou contar o que aconteceu em abril. Aconteceu aqui no estado um evento nacional, reunindo servidores públicos federais de todo país. Como fui escalado para comparecer ao evento, praticamente de forma obrigatória, tive que ir, e como sabia que haveria muita gente resolvi colocar um blazer por cima da roupa, em um estilo esporte fino, para ver se conhecia alguém interessante no evento.
Chegando lá dei de cara com um segurança na entrada. No momento nem olhei direito, mas como ele quase me barrou, perguntando para onde iria fiquei um pouco irritado. Afinal o evento estava sendo realizado pelo órgão que trabalho e todos me conhecem. Dei um sorriso sínico e quando ia responder de forma mais sínica ainda, percebi que se tratava de um cara muito gostoso. Ele abriu o portão eu entrei, falei que estava atrasado e que não sabia como entrar no auditório sem chamar muito a atenção, fiquei conversando por cerca de cinco minutos com ele, que me dava a maior atenção e compartilhava um sorriso. Entrei no evento e fiquei todo o tempo pensando nele.
No intervalo para o almoço fiquei lá fora para tentar falar com ele mas sem muito sucesso. Saí para almoçar e quando voltei decidir não entrar no evento. Fiquei na guarita puxando assunto com ele até conseguir coragem de entregar meu telefone. Mas não consegui pegar o dele. Fui embora e começou meu martírio. Meu telefone não tocava. Passaram-se uns dois dias e quando menos esperava um número restrito me ligava. Não gosto de atender essas ligações, nem lembrei do segurança na hora, mas resolvi atender. Era ele... conversamos, mas não marcamos nada. Dias se passaram e ele continuava me ligando, então fui direto ao assunto. Ou fode ou sai de cima. Chamei ele na grande e disse que estava louco para transar com ele. Ele sorriu, disse que era casado, que nunca tinha feito aquilo... as mesmas historinhas de sempre... “é minha primeira vez...” Todos dizem isso!!!
Marcamos para o sábado, fui busca-lo próximo ao trabalho e partimos para um motel. Prefiro transar em casa, mas havia um morador novo lá... Bem... Chegamos ao motel e o cara era todo desconfiado. Ficou olhando todo o quarto, perguntou onde estava meu celular... Estava paranoico com a possibilidade de gravação, filmagem. Parecia que já havia passado por aquilo. Eu deitei na cama e fiquei admirando ele se despir. Ele tirou a camisa, mostrando o peito esculpido na academia, mas não muito grande, estava na medida. Tirou a bermuda que usava, ficando apenas com uma cueca creme. Ele ainda não estava excitado. Ficou de joelhos na cama, comecei passando a mão no peito dele e fui descendo bem devagar, enquanto olhava ele nos olhos. Ele parecia assustado. Deitou na cama, subi em cima dele mas sem encostar os corpos, fui beijando seu peito, passando a língua nos mamilos e fui descendo vagarosamente ate a cueca dele. Fiquei brincando com o pau dele por baixo da cueca, que já dava sinais de vida, enquanto minha mão alisava suas pernas. Seu corpo era totalmente depilado, sua pele era macia, seu cheiro era bom.
Puxei a cueca dele com as duas mãos e abocanhei aquele pau delicioso que já estava rígido e latejando. Tinha cerca de 19 centímetros, mas não era muito grosso.  Passei uns 15 minutos chupando o pau dele. Fazia movimentos rápidos e parava para que ele não gozasse. Enquanto chupava ficava olhando para ele, vendo cada reação. Seu corpo tremia na cama de tanto prazer. Peguei uma camisinha de menta e coloquei no pau dele. Me posicionei de quatro, como uma cadela no cio. Fazia tanto tempo que havia transado em um motel que soltei a franga. Enquanto ele metia eu dava gemidos altos, rebolava no pau dele e pedia para ele meter mais. Pena que ele gozou rápido. Deitei e ele ficou em cima de mim por uns dois minutos, com o pau dentro de mim. Ele parecia exausto. Fomos ao banheiro e tomamos banho juntos. Saímos do motel e deixei ele no terminal rodoviário para ir para casa.
Depois desse dia transamos mais duas vezes, só que na minha casa e sem muitos gemidos é claro. Rsrsrsrsrsrs. Depois eu conto como foi. Bjs.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

TRANSEI COM UM MONTADOR DE MÓVEIS

Tenho um fetiche acentuado por caras com farda. Ano passado (2012), resolvi comprar uma TV nova, e fui obrigado a comprar um home cine para coloca-la, pois minha estante não cabia. Dias depois o móvel chegou em meu apartamento, e eu fiquei na espera da montador. Já no final do dia, por volta das 18 horas meu celular tocou. Era um homem na linha, que se identificou como o montador, querendo agendar a visita. Como eu estava disponível naquele dia e muito ansioso para experimentar minha nova sala agendei para o mesmo dia... Sua voz parecia a der um senhor por volta das 45 a 50 anos.
Minutos depois, ele chegou de moto. Muito rápido. Quando abri a porta tive uma surpresa, era um rapaz um pouco baixinho, jovem, por volta dos 23 anos, caucasiano, cabelos cortados a máquina e um corpo defino. Percebi que era muito tímido. Ele entrou iniciou a montagem e eu acompanhando para que o serviço saísse bem feito.Pouca conversa, mal olhava pra mim.
Ao final da montagem tive que pagar por uns pés extras que pedi para colocar, porém ao dar uma nota de R$20,00, ele alegou que não tinha o troco para me dar, por volta de R$4,00. Achei que era alguma enrolação e então para descontrair disse que se ele mostrasse o abdômen já pagaria. rsrsrs
Ele ficou vermelho, não mostrou, sorriu e disse que precisava ir. Deixou o cartão e se retirou.
No outro dia, percebi que ele havia deixado uma chave de fenda. Foi a deixa que eu estava esperando. Liguei para ele e disse que ele podia vim busca-la. Passaram-se alguns dias e ele apareceu. estava meio sem jeito, pedi para entrar, sentar e começamos a conversar. em meio a conversa fui me aproximando, disse que havia achado ele interessante e que queria ficar com ele... ele ficou meio que gaguejando, mas não negou...
Fiquei de joelhos e comecei a colocar a mão por baixo da bermuda que ele usava e por cima da cueca. Seu pau estava super duro. fiquei acariciando e chamei ele para o quarto. Quando chegamos lá, eu deitei e ele com a bermuda já sobre os joelhos, começou a tirar a cueca. o pau dele era realmente enorme, delicioso, lindo demais... Nesse momento eu caí com a boca em cima, puxando ele pra cima da cama. Ele deitado e eu chupando aquele pau delicioso. ele dava uns gemidos alucinantes, falava que sabia que não deveria ter ido e continuava gemendo.
Chupei aquele pau feito uma louca, ele disse que não aguentava ficar ali comigo na cama, que era muita tentação. Então me levou até a sala e colocou novamente para chupar. Passei por volta de 30 minutos mamando, chegando a cansar. quando ele percebeu que eu já estava fadigando de tanto vai e vem... Puxou meus cabelos, pegou no pau e começou a gozar na minha cara, dizendo : toma que é de graça... Aquilo me deixou louco...
Nos limpamos e ele foi embora... De vez em quando ainda entro em contato com ele, tentando fazer que ele volte para terminarmos a transa...  Mas ele sempre inventa uma desculpa...  

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

DANDO AULAS PARTICULARES SÁBADO À NOITE.

Essa história é super recente, aconteceu dia 11 desse mês. Como vocês sabem eu era professor, e professor é igual a flamenguista. Uma vez professor, sempre professor. Pois bem, agendei uma aula particular de direito constitucional para um amigo meu, que está se preparando para o concurso da polícia. Ele iria sair do trabalho, sábado a tarde e vim direto para minha casa. Como eu estava muito atarefado com as provas da faculdade pedi para que ele passasse mais tarde, no final da tarde para uma revisão rápida. Ou eu estudava ou eu dava aula, então decidi passar a tarde estudando. Ao final da tarde enviei outra mensagem para ele, questionando se ele viria ou não. Ele respondeu que ainda estava no trabalho e que viria ao final do expediente. É claro que não acreditei. Ele trabalha no sábado até as 13 horas, como estaria ainda no trabalho quase as 18 horas?
As horas se passaram, eu jantei e fui para meu quarto, ainda tinha muita matéria para estudar. Por volta das 22:30 o interfone toca, quando fui atender ele já estava batendo na porta. Abri e ele ao entrar me abraçou e me deu um beijo quase na boca. Fiquei espantado, já tinha ficado com ele antes, mas nunca havia beijado. Ele foi diretamente para meu quarto. Percebi que estava meio bêbado, mas sem cheiro de álcool. Sem cerimônias ele tirou a camisa, tirou a bermuda, ficou de cueca samba canção e deitou na cama. Eu estava sem ação. Mas deixa eu falar como ele é. Moreno, 1,68 metros, uns 74 quilos, cabelos baixinhos, pernas torneadas de jogar futebol, olhar sedutor, com olhos pequenos, parecendo oriental e uma boca carnuda.
Quando ele deitou começou a passar a mão sobre o pau, que já estava duro. Eu não tinha mais o que fazer, então... fechei a porta do quarto, liguei a televisão para o vizinho do outro quarto não ouvir e me deitei sobre ele. Começamos a nos beijar, no começo foi estranho, não esperava aquilo, mas depois me soltei e foi muito bom. Ele tirou minha camisa, e puxava meu corpo contra o dele. Dava pra sentir seu pau duro sob a cueca. Ele empurrou minha cabeça em direção a seu pau duro, puxei a cueca dele com veracidade e deixei saltar aquele membro, com a cabeça grande e vermelha, rígido como aço. Seus pelos estavam levemente aparados, na medida certa. Enquanto eu chupava ele, ele desceu a mão sobre meu corpo, começou massageando minha bunda e para minha surpresa desceu para meu saco. Eu levantei um pouco o corpo para facilitar, pois estava deitado com a barriga para baixo. Alguns minutos depois  ele pegou no meu pau. Que também já estava latejando. Quando ele apertou percebi sua veracidade. Parecia que nunca tinha visto um pau mais grosso e maior que o dele. Diga-se de passagem sou muitoooo legal (leia-se bem dotado), rsrsrsrsrsrs, eu fiquei deitado de lado para que ele tivesse uma visão melhor do meu pau. Enquanto eu chupava o pau dele, ele me masturbava. Ele apertava meu pau com força, fazia movimentos de vai e vem, enquanto olhava com uma cara de desejo, louco para abocanhar meu membro com aqueles lábios carnudos.
Eu comecei a massagear embaixo do saco dele, descendo até a região proibida para muitos que se dizem héteros, e comecei a introduzir o dedo bem devagar, tirando e voltando a colocar alguns segundos depois, como se nada estivesse acontecendo. Ele foi se deixando levar, até que gozamos, quase que juntos, ele gozou sobre a barriga dele, e eu gozei na mão dele, que ficou segurando meu pau, sem querer larga-lo, mesmo com a mão cheia de esperma. Ele parecia realizado. Ficou deitado e dormiu a noite toda em minha cama. Eu levantei, limpei a mão dele, enquanto ele dormia, tomei uma ducha rápida, daquelas de 5 minutos e voltei para cama, o abracei por trás de conchinha e dormi agarradinho, com o pau duro encostado na bunda dele. Espero que depois ele volte para realizar o restante da fantasia. Pelo visto ele está se descobrindo ou já se descobriu, apesar de ser casado e ter dois filhos pequenos. No domingo ele acordou 6 horas da manhã, e foi rapidamente para casa sem comentar nada. Não falou nada sobre o dia anterior. Estou aguardando a ligação dele, mas farei seu jogo, fingirei que nada aconteceu... Depois eu conto como conheci ele...

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O HOMEM CASADO QUE ESPEREI POR QUASE TRÊS ANOS

Estou muito feliz por poder contar esta história. Em 2010 comecei a trabalhar em uma instituição de ensino, porém na parte da secretaria, uma espécie de departamento de administração acadêmica. Lá eu conheci muitos alunos, professores, público externo...
Em fevereiro de 2011, já conhecido na instituição, fui parado nos corredores por um aluno, que precisava de ajuda para efetivar a matrícula em uma determinada disciplina. como um bom servidor me dispus a ajudá-lo, ele tinha 1,75 metros, branco, cabelos pretos lisos, fio médios. Do jeito que eu gosto. O cara era realmente bonito, daqueles que chama a atenção por onde passa. Bem, fiz meu trabalho e a partir daí pegamos uma certa amizade. Descobri que ele era motorista de taxi lotação do bairro em que eu dava aula. Sempre que dava ia com ele, gostava de sua companhia, sua conversa era agradável. Nossa amizade foi crescendo, a ponto de sairmos para almoçar de vez em quando, até isso te tornar frequente.
 

Fiquei apaixonado pelo cara, mas ele era casado. Ou melhor é casado até hoje. A esposa dele é linda, e um tanto ciumenta, o que é aceitável, uma vez que o cara possui um charme encantador. O cara veio em meu apartamento uma vez, mas não aconteceu nada, não tive coragem de me declarar. Fiquei puto da vida. Ele me falava suas aventuras, suas traições. Me pegava no trabalho, levava para almoçar, levava de um trabalho a outro. Estávamos bem apegados. Ele passou em um concurso público para ser motorista em outra cidade, e isso foi um balde de água fria, acabamos perdendo o contato. Nos vimos e perdemos o contato duas vezes, devido a mudança de trabalho, furto de telefone, essas coisas. Eu não parava em casa e não tinha coragem de ir na casa dele. A esposa dele já havia pegado uma mensagem minha no telefone dele e deu a maior confusão. Isso esfriou a amizade por um tempo.
Em agosto reestabelecemos o contato. Saímos para almoçar, andamos na praia e em meio a isso eu me declarei. Disse que era louco por ele. Que sonhava em ficar com ele nem que fosse uma única vez. Para meu espanto, ele disse que eu tinha uma lábia muito boa. Que deveria pegar logo meu diploma de bacharel em direito e advogar, porque convencia fácil as pessoas. Rsrsrsrsrsr. Aquilo soou como uma música para meus ouvidos. Respondi prontamente que se eu fosse tão bom quanto ele disse, ele já teria ficado comigo. Ele sorriu e finalmente aceitou. O problema agora era o dia que isso fosse acontecer.
 Marcamos vários dias, sem conseguir sucesso. Nossas agendas não batiam, ele trabalha no interior em regime de escala e eu trabalho o dia todo e faço faculdade a noite. Teria que acontecer algum sacrifício. Dois meses se passaram e nada de acontecer. Quando finalmente, na primeira semana de dezembro, ele me ligou por volta das 17 horas dizendo que passaria em minha casa as 20 horas. Nem acreditei, mesmo assim decidir faltar a aula e pagar pra ver. As 20 horas meu telefone tocou, era ele dizendo que estava no trabalho e que passaria por volta das 2 da manhã, antes da mudança de turno. Fiquei morrendo de raiva, sabia que ele não iria aparecer novamente. Fiquei acordado, bateu uma insônia, ansiedade, nervosismo, tudo junto. As 2:30 ele ligou confirmando, dizendo que estava saindo do trabalho, que chegaria em meu apartamento com a ambulância, para fazer a troca de turno com o outro motorista. Por volta das 3:15 ele chegou. Meu coração acelerou, nem sabia o que faria, estava muito nervoso.
Ele entrou, nos cumprimentamos, ele fez um lanche rápido, sentou no sofá e começou a assistir. Eu não sabia o que fazer. Nunca havia ficado tão nervoso. Percebi que ele estava com a calça desabotoada. Aquilo me deixou louco. Ele perguntou qual era o canal pornô e colocou nele. Eu fechei a janela, ainda trêmulo e sem ação. Ele me pediu para apagar a luz. Ficamos apenas com a iluminação da tv. Ele tirou a camisa. O peito dele tinha aqueles pelinhos, na medida, descendo até a barriga, fazendo aquele caminho da felicidade. Ele se levantou baixou as calças, ficou apenas de cueca branca. (minha cor favorita de cueca) Sentou novamente no sofá. Eu fui ate a frente dele, ajoelhei-me e o abracei. Foi espetacular. Era melhor do que eu imaginava. Super Cheiroso, pele macia. Beijei seu peito, seu abdômen e seu pau por cima da cueca. Passei quase 5 minutos fazendo aquilo. Alisando sua pele, enquanto ele estava estirado no sofá. Quando eu baixei sua cueca, foi um momento mágico. Seu pênis era perfeito, macio, cheiroso, grande, reto, com uma cabeça avantajada. Foi o momento mais fabuloso que passei esse ano. Chupei meio acanhado. Parecia minha primeira vez. Não conseguia olhar para ele, até que ele segurou em meus cabelos, e começou a forçar minha cabeça para o seu pau. Cheguei a engasgar com aquela cabeça enorme e deliciosa.
Lambia seu saco, passava a língua por toda a extensão do seu pênis, enquanto ele pedia para eu não parar de chupar. Fui perdendo a vergonha e tentava engolir aquela vara cada vez mais. Passamos  uns vinte minutos nisso, foi a melhor chupada da minha vida. O pau dele é fantástico. Um tempo depois ele se levantou e disse que iria gozar, perguntando se podia gozar na minha boca. Eu aceitei na hora. Ele em pé e eu ajoelhado, esperando pela recompensa de todo aquele tempo esperando. Quando ele gozou foi mágico. Não sou muito fã disso, mas aquela gala eu teria que por na boca. Ele gozava e eu continuava chupando. Foi um momento inesquecível. Quando ele acabou fomos ao banheiro, nos limpamos, ficamos no meu quarto um pouco até que ele precisou ir embora. Porque tinha que trocar o expediente com o próximo motorista.
Depois disso já fiquei com ele outra vez. E temos planos de ficarmos, pelo menos uma vez por semana. Espero que dê certo. Estou apaixonado por esse cara, mesmo ele sendo casado e eu sabendo que é apenas uma aventura.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O GERENTE DA LOJA


Era véspera do dia dos namorados, fui ao centro procurar um presente para minha paixão. Andei em várias lojas, mas em dúvida sobre o que comprar. Queria algo que eu tivesse a certeza de que ele usaria e gostasse. Cheguei a uma loja daquelas de surfistas. Fui atendido por um rapaz muito simpático, mas vou deixar para falar dele em outro momento. Pois bem, encontrei um chinelo que era a cara do meu amorzinho, no entanto não havia o número que eu queria. O gerente da loja, um rapaz jovem, uns 25 anos, moreno claro, 1,75m e um pouco fora de forma, mas que tinha uma cara de safado e aquele sorriso sacana, ao perceber que eu não levaria outro item me convenceu a levar um número menor, garantindo que o chinelo iria ceder com o uso e ficaria o tamanho perfeito. Resultado: dias depois tive que voltar para a loja para trocar o produto. Procurei o gerente e solicitei a troca, mas ainda não tinha o número, então ele solicitou a um vendedor que fosse pegar em outra loja, para não ter que cancelar a compra. Enquanto o rapaz foi pegar, ficamos conversando, e conversa vai, conversa vem, falamos de trabalho, estudo, e é claro mulheres. Ele falou que tinha uma namorada e que ela era doida por ele. Quando questionei ele afirmou que fazia uma transa muito boa e que o pau dele não descia com facilidade. Naquele momento entendi o recado. O rapaz trouxe o chinelo, eu me despedi e o gerente me entregou um cartão com o nome e o telefone dele. 
No caminho de casa não tirava aquelas palavras da cabeça. Ao chegar, liguei o computador e fui procura-lo no facebook. Queria conferir as fotos deles de preferência sem camisa. Encontrei, solicitei amizade e alguns dias depois ele aceitou. Sempre que dava agente conversava. Era difícil encontra-lo on-line. Tentamos marcar várias vezes mas sem sucesso. Nossos horários eram incompatíveis. Trabalho, faculdade, a namorada dele, o meu namorado... Nada facilitava. 
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Meses se passaram e eu já havia tirado da cabeça, até que em uma quinta-feira, cheguei da faculdade por volta das 10:30, liguei o computador e lá estava ele no facebook. Começamos a conversar e falar sobre sacanagem. Ele pediu para vim na minha casa. Na hora fiquei com receio. Já estava tarde. Eu estava sozinho em casa. Meio complicado. Mas o tesão foi mais forte e aceitei. Passaram alguns minutos, na verdade mais de uma hora, e quando já ia dar meia noite ele chegou, numa motocicleta, camisa azul de maga e bermuda surfista. Entrou e sem muita cerimônia já foi mostrando o pau, que estava muito duro. Arrastei ele para o quarto. Havia me preparado todo, gel, óleo, camisinha, estava com tudo a postos. Ele ficou completamente pelado, me puxou e começou a tirar minha roupa. Parecia um lobo devorador. Pegou em meu pau e começou a massagear, me virou de costas e beijou meus pescoço e mordeu minha orelha. Puxou minha cabeça para o pau dele que já estava babando. Chupei rapidamente e peguei a camisinha. Coloquei nele e fiquei de quatro. Ele encostou a cabeça do pau em minha bunda e forçou, foi uma dor tremenda. O pau dele não era muito grande mas era muito grosso. Ele gemia e massageava meu pau enquanto fazia movimentos de vai e vem. Deitou sobre meu corpo, ficou alguns minutos roçando em cima de mim. Deitamos de lado e ele enfiava o pau enquanto me masturbava, gemendo em meu ouvido. Não aguentei e gozei na mão dele, que continuou os movimentos como se nada tivesse acontecido. Depois ele ficou de pé na cama e gozou em cima de mim. Quando pensei que já havia acabado ele me puxou e fez com que eu chupasse o pau dele de novo, que continuava duro. Fiquei brincando com o pau dele e chupando por cerca de 30 minutos, até ele gozar novamente.
Tomou uma ducha rápida e foi embora. Depois disso não transamos mais. Estou esperando a oportunidade para cair novamente naquele pau delicioso. O homem realmente é uma máquina de sexo. Recomendo.