Translate

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O HOMEM CASADO QUE ESPEREI POR QUASE TRÊS ANOS

Estou muito feliz por poder contar esta história. Em 2010 comecei a trabalhar em uma instituição de ensino, porém na parte da secretaria, uma espécie de departamento de administração acadêmica. Lá eu conheci muitos alunos, professores, público externo...
Em fevereiro de 2011, já conhecido na instituição, fui parado nos corredores por um aluno, que precisava de ajuda para efetivar a matrícula em uma determinada disciplina. como um bom servidor me dispus a ajudá-lo, ele tinha 1,75 metros, branco, cabelos pretos lisos, fio médios. Do jeito que eu gosto. O cara era realmente bonito, daqueles que chama a atenção por onde passa. Bem, fiz meu trabalho e a partir daí pegamos uma certa amizade. Descobri que ele era motorista de taxi lotação do bairro em que eu dava aula. Sempre que dava ia com ele, gostava de sua companhia, sua conversa era agradável. Nossa amizade foi crescendo, a ponto de sairmos para almoçar de vez em quando, até isso te tornar frequente.
 

Fiquei apaixonado pelo cara, mas ele era casado. Ou melhor é casado até hoje. A esposa dele é linda, e um tanto ciumenta, o que é aceitável, uma vez que o cara possui um charme encantador. O cara veio em meu apartamento uma vez, mas não aconteceu nada, não tive coragem de me declarar. Fiquei puto da vida. Ele me falava suas aventuras, suas traições. Me pegava no trabalho, levava para almoçar, levava de um trabalho a outro. Estávamos bem apegados. Ele passou em um concurso público para ser motorista em outra cidade, e isso foi um balde de água fria, acabamos perdendo o contato. Nos vimos e perdemos o contato duas vezes, devido a mudança de trabalho, furto de telefone, essas coisas. Eu não parava em casa e não tinha coragem de ir na casa dele. A esposa dele já havia pegado uma mensagem minha no telefone dele e deu a maior confusão. Isso esfriou a amizade por um tempo.
Em agosto reestabelecemos o contato. Saímos para almoçar, andamos na praia e em meio a isso eu me declarei. Disse que era louco por ele. Que sonhava em ficar com ele nem que fosse uma única vez. Para meu espanto, ele disse que eu tinha uma lábia muito boa. Que deveria pegar logo meu diploma de bacharel em direito e advogar, porque convencia fácil as pessoas. Rsrsrsrsrsr. Aquilo soou como uma música para meus ouvidos. Respondi prontamente que se eu fosse tão bom quanto ele disse, ele já teria ficado comigo. Ele sorriu e finalmente aceitou. O problema agora era o dia que isso fosse acontecer.
 Marcamos vários dias, sem conseguir sucesso. Nossas agendas não batiam, ele trabalha no interior em regime de escala e eu trabalho o dia todo e faço faculdade a noite. Teria que acontecer algum sacrifício. Dois meses se passaram e nada de acontecer. Quando finalmente, na primeira semana de dezembro, ele me ligou por volta das 17 horas dizendo que passaria em minha casa as 20 horas. Nem acreditei, mesmo assim decidir faltar a aula e pagar pra ver. As 20 horas meu telefone tocou, era ele dizendo que estava no trabalho e que passaria por volta das 2 da manhã, antes da mudança de turno. Fiquei morrendo de raiva, sabia que ele não iria aparecer novamente. Fiquei acordado, bateu uma insônia, ansiedade, nervosismo, tudo junto. As 2:30 ele ligou confirmando, dizendo que estava saindo do trabalho, que chegaria em meu apartamento com a ambulância, para fazer a troca de turno com o outro motorista. Por volta das 3:15 ele chegou. Meu coração acelerou, nem sabia o que faria, estava muito nervoso.
Ele entrou, nos cumprimentamos, ele fez um lanche rápido, sentou no sofá e começou a assistir. Eu não sabia o que fazer. Nunca havia ficado tão nervoso. Percebi que ele estava com a calça desabotoada. Aquilo me deixou louco. Ele perguntou qual era o canal pornô e colocou nele. Eu fechei a janela, ainda trêmulo e sem ação. Ele me pediu para apagar a luz. Ficamos apenas com a iluminação da tv. Ele tirou a camisa. O peito dele tinha aqueles pelinhos, na medida, descendo até a barriga, fazendo aquele caminho da felicidade. Ele se levantou baixou as calças, ficou apenas de cueca branca. (minha cor favorita de cueca) Sentou novamente no sofá. Eu fui ate a frente dele, ajoelhei-me e o abracei. Foi espetacular. Era melhor do que eu imaginava. Super Cheiroso, pele macia. Beijei seu peito, seu abdômen e seu pau por cima da cueca. Passei quase 5 minutos fazendo aquilo. Alisando sua pele, enquanto ele estava estirado no sofá. Quando eu baixei sua cueca, foi um momento mágico. Seu pênis era perfeito, macio, cheiroso, grande, reto, com uma cabeça avantajada. Foi o momento mais fabuloso que passei esse ano. Chupei meio acanhado. Parecia minha primeira vez. Não conseguia olhar para ele, até que ele segurou em meus cabelos, e começou a forçar minha cabeça para o seu pau. Cheguei a engasgar com aquela cabeça enorme e deliciosa.
Lambia seu saco, passava a língua por toda a extensão do seu pênis, enquanto ele pedia para eu não parar de chupar. Fui perdendo a vergonha e tentava engolir aquela vara cada vez mais. Passamos  uns vinte minutos nisso, foi a melhor chupada da minha vida. O pau dele é fantástico. Um tempo depois ele se levantou e disse que iria gozar, perguntando se podia gozar na minha boca. Eu aceitei na hora. Ele em pé e eu ajoelhado, esperando pela recompensa de todo aquele tempo esperando. Quando ele gozou foi mágico. Não sou muito fã disso, mas aquela gala eu teria que por na boca. Ele gozava e eu continuava chupando. Foi um momento inesquecível. Quando ele acabou fomos ao banheiro, nos limpamos, ficamos no meu quarto um pouco até que ele precisou ir embora. Porque tinha que trocar o expediente com o próximo motorista.
Depois disso já fiquei com ele outra vez. E temos planos de ficarmos, pelo menos uma vez por semana. Espero que dê certo. Estou apaixonado por esse cara, mesmo ele sendo casado e eu sabendo que é apenas uma aventura.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O GERENTE DA LOJA


Era véspera do dia dos namorados, fui ao centro procurar um presente para minha paixão. Andei em várias lojas, mas em dúvida sobre o que comprar. Queria algo que eu tivesse a certeza de que ele usaria e gostasse. Cheguei a uma loja daquelas de surfistas. Fui atendido por um rapaz muito simpático, mas vou deixar para falar dele em outro momento. Pois bem, encontrei um chinelo que era a cara do meu amorzinho, no entanto não havia o número que eu queria. O gerente da loja, um rapaz jovem, uns 25 anos, moreno claro, 1,75m e um pouco fora de forma, mas que tinha uma cara de safado e aquele sorriso sacana, ao perceber que eu não levaria outro item me convenceu a levar um número menor, garantindo que o chinelo iria ceder com o uso e ficaria o tamanho perfeito. Resultado: dias depois tive que voltar para a loja para trocar o produto. Procurei o gerente e solicitei a troca, mas ainda não tinha o número, então ele solicitou a um vendedor que fosse pegar em outra loja, para não ter que cancelar a compra. Enquanto o rapaz foi pegar, ficamos conversando, e conversa vai, conversa vem, falamos de trabalho, estudo, e é claro mulheres. Ele falou que tinha uma namorada e que ela era doida por ele. Quando questionei ele afirmou que fazia uma transa muito boa e que o pau dele não descia com facilidade. Naquele momento entendi o recado. O rapaz trouxe o chinelo, eu me despedi e o gerente me entregou um cartão com o nome e o telefone dele. 
No caminho de casa não tirava aquelas palavras da cabeça. Ao chegar, liguei o computador e fui procura-lo no facebook. Queria conferir as fotos deles de preferência sem camisa. Encontrei, solicitei amizade e alguns dias depois ele aceitou. Sempre que dava agente conversava. Era difícil encontra-lo on-line. Tentamos marcar várias vezes mas sem sucesso. Nossos horários eram incompatíveis. Trabalho, faculdade, a namorada dele, o meu namorado... Nada facilitava. 
.
Meses se passaram e eu já havia tirado da cabeça, até que em uma quinta-feira, cheguei da faculdade por volta das 10:30, liguei o computador e lá estava ele no facebook. Começamos a conversar e falar sobre sacanagem. Ele pediu para vim na minha casa. Na hora fiquei com receio. Já estava tarde. Eu estava sozinho em casa. Meio complicado. Mas o tesão foi mais forte e aceitei. Passaram alguns minutos, na verdade mais de uma hora, e quando já ia dar meia noite ele chegou, numa motocicleta, camisa azul de maga e bermuda surfista. Entrou e sem muita cerimônia já foi mostrando o pau, que estava muito duro. Arrastei ele para o quarto. Havia me preparado todo, gel, óleo, camisinha, estava com tudo a postos. Ele ficou completamente pelado, me puxou e começou a tirar minha roupa. Parecia um lobo devorador. Pegou em meu pau e começou a massagear, me virou de costas e beijou meus pescoço e mordeu minha orelha. Puxou minha cabeça para o pau dele que já estava babando. Chupei rapidamente e peguei a camisinha. Coloquei nele e fiquei de quatro. Ele encostou a cabeça do pau em minha bunda e forçou, foi uma dor tremenda. O pau dele não era muito grande mas era muito grosso. Ele gemia e massageava meu pau enquanto fazia movimentos de vai e vem. Deitou sobre meu corpo, ficou alguns minutos roçando em cima de mim. Deitamos de lado e ele enfiava o pau enquanto me masturbava, gemendo em meu ouvido. Não aguentei e gozei na mão dele, que continuou os movimentos como se nada tivesse acontecido. Depois ele ficou de pé na cama e gozou em cima de mim. Quando pensei que já havia acabado ele me puxou e fez com que eu chupasse o pau dele de novo, que continuava duro. Fiquei brincando com o pau dele e chupando por cerca de 30 minutos, até ele gozar novamente.
Tomou uma ducha rápida e foi embora. Depois disso não transamos mais. Estou esperando a oportunidade para cair novamente naquele pau delicioso. O homem realmente é uma máquina de sexo. Recomendo.  

domingo, 1 de dezembro de 2013

MAMANDO O COLEGA DE TRABALHO

Essa história aconteceu em 2010. Fui trabalhar como professor de uma outra escola, durante esse período eu trabalhava praticamente os três turnos, em três escolas diferentes. Era um pouco cansativo, mas me permitia conhecer muita gente. Nessa nova escola eu conheci um rapaz, 22 anos, branco, 1,70 de altura, meio gordinho, cabelos cortados estilo pagodeiro, e olhos de Capitu, aqueles que aparentam estar com sonolência ou ressaca, muito sexy por sinal. Ele era o professor de outra turma, em uma sala que ficada de frente a minha. Os dias foram se passando, foi gerando uma amizade, passávamos o intervalo juntos e eu passei a levá-lo para casa de moto. Adorava quando ele segurava em mim. Começamos a nos falar por telefone, e eu, é claro, já estava caidinho por ele. Vez ou outra deixava ele guiar a moto para ir segurando na cintura dele. Ele ficava me dando condição e permitindo que eu passasse a mão nele. 
Numa tarde de sábado, decidimos assistir a um filme no telão que tenho em casa (pura desculpa), passei na casa dele de moto, ele veio guiando até a minha casa, e vez ou outra virava para traz e dizia uma gracinha, se insinuando para mim. Ao chegarmos, que decepção, o rapaz que dividia apartamento comigo estava com visita. Então tivemos que colocar a projeção do filme no quarto para não incomodar a visita. Trancamos o quarto e passamos a assistir, nem lembro qual era o filme, deitamos no colchonete que coloquei no chão. Os minutos foram passando e nada de rolar nada. O celular dele tocou. A namorada dele estava ligando como sempre. Baixei o volume do filme e ele não falou que estava na minha casa. Foi a deixa que eu estava esperando. Enquanto ele falava com ela coloquei minha mão por cima da calça dele. Ele não fez cerimônia e enquanto falava com ela desabotoou a calça e abriu o zíper. Baixou a calça até as pernas, eu puxei a cueca dele e passei a chupá-lo, ao tempo em que ele ia falando com a namorada. Como ele não estava se controlando se despediu da namorada e desligou o celular. 
Perguntou se meu colega de apartamento não iria aparecer. Eu respondi que não e continuamos a namorar, nos abraçamos, nos beijamos, beijei todo o pescoço dele, dei mordidinhas em seu queixo, e ele passando a mão em meu corpo disse que eu deveria gozar primeiro que ele. Puxou meu pau para fora que estava duro feito uma rocha. Quando ele viu o tamanho ficou admirado. Era bem maior que o dele. Enquanto eu beijava o pescoço dele ele me masturbava. Desci até o pau dele e chupava com veracidade, quando eu gozei na mão dele, ele começou a forçar minha cabeça sobre o pau dele. Aumentei a velocidade até que ele avisou que iria gozar. Tirei a boca do pau dele e ele gozou em minha mão. Como eu sempre tenho um rolo de papel higiênico no quarto, limpamos rapidamente, ficamos ali deitados, por alguns minutos, depois fomos ao banheiro, disfarçadamente de um por um. Pena que ele não ficou naquela escola por muito tempo, pois não era um professor efetivo. Hoje ele é casado com a namorada da época e nunca mais nos encontramos, mas quando nos batermos por ai, tenho certeza que vamos continuar o que começamos.

domingo, 3 de novembro de 2013

MEU PRIMO CAVALO

Era o mês de junho e eu havia combinado com um amigo para ir na festa de forró da cidade. Estava morando na capital por causa dos estudos. Não conhecia muita gente. O forró havia muita gente, é uma das festas mais populares do estado. Ao chegarmos meu amigos disse que um primo meu iria chegar. Fiquei espantado. Meu primo? Fiquei bastante espantado porque não sabia que esse meu amigo conhecia alguém da minha família. Minutos depois ele chegou, e para minha surpresa não era um primo meu. Na verdade era um primo de minha prima. Alto, bonito, corpo atlético, malhado na medida, com uma cara de macho que deixa qualquer um doido. Nos cumprimentamos e em meio a festa meu amigo fez um gesto dizendo que o  
 
 
meu primo tinha um pau bem grosso. Na hora fiquei louco. A curiosidade bateu mais forte. Sorri mas não tive coragem de fazer nada. A festa acabou, trocamos telefone e ficamos de nos ver depois.
Com uns dias começamos a nos falar por telefone e marquei com ele para tomar uma cerveja lá em casa. Na primeira vez ele me deixou esperando e não apareceu. Marcamos novamente e dessa vez ele foi. Chegou lá com uma bermuda tipo surfista vermelha, e camiseta, mostrando os ombros largos. Sentou no sofá, começamos a beber. Só havia duas cervejas na geladeira. Então fingi que estava bebendo e deixei que ele bebesse sozinho. Em meio da conversa falei que havia ficado com muita curiosidade sobre o que meu amigo havia falado. Ele sorriu, passando a mão no pau por cima da bermuda. Chamei pra irmos pro quarto. Chegando lá ele baixou a cueca e foi aí que tive um susto.
Ele tinha o pau mais perfeito que já havia visto. E confesso que nesses meus 31 anos, nunca vi um pau tão grande, e bonito como o dele. Grande, mede uns 23 centímetros, reto, grosso e com uma cabeça ENOOORRRRMMMEEEEEE... Linda demais, vermelhinha, lisinha, reluzente. Caí de boca desesperado, como se nunca tivesse visto um pau na minha vida. Mamei muito, sugava cada centímetro daquele pau. Ele tirou a camisa e deixou a mostra aquele tórax trabalhado de maneira natural, fruto do esforço físico do trabalho, misturado com academia. Estava com um verdadeiro Deus grego. Ele puxava a minha cabeça e falava frases sacanas que me deixava cada vez mais louco. Foi quando ele pediu: _Deixa eu colocar só a cabecinha...
Tremi na base na hora. Neguei mas ele ficou repetindo a frase no meu ouvido até que eu aceitei. Coloque uma camisinha nele, com muita dificuldade por causa da grossura do pau e o tamanho da cabeça. A camisinha ficou quase pela metade. Fiquei de quatro na cama, enquanto ele pedia pra eu empinar a bunda. Aquilo me deixava mais louco. Uma mistura de frenesi com medo daquele pau. Ele encostou a cabeça no meu cuzinho me deixando gelado, com um frio na espinha. Tentou enfia-lo mas não entrava de tão grosso. Eu sentia uma dor insuportável, tentava me abaixar, enquanto ele me segurava pela cintura e mandava eu empinar a bunda, como se fosse meu macho falando. Depois de algumas tentativas, ele enfiou a cabeça. Foi uma dor tremenda, misturada com prazer. Minhas pernas tremiam, e ele enfiava cada vez mais. Sentia aquele mastro me penetrando de uma forma como nunca havia sentido nada. Ele começou um movimento de vai e vem, me segurava pela cintura e mandava eu empinar. Gemia muito, ele sabia como satisfazer um homem na cama. A melhor transa que já havia feito. Ele gozou bastante e eu também. Fiquei com as pernas tremendo, sem conseguir levantar. Nunca havia passado por aquela experiência. Até hoje fico com ele. O melhor amante que já tive. Depois contarei várias outras aventuras com ele. Fico super excitado só de pensar nele.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

DEI PARA O IRMÃO DO MEU MELHOR AMIGO



Quando eu morava no interior, por volta dos 20 anos, fiquei desempregado, como lá não tinham muitas oportunidades o jeito foi dar aula particular. Comprei um quadro branco, coloquei na garagem de casa e comecei a oferecer aulas de reforço. Foi aí que conheci um cara que se tornou um grande amigo meu. Passei a frequentar os mesmos lugares, a casa dele, conheci toda a família, os amigos dele... e, é claro, o irmão dele. Não era muito bonito, mas tinha uma cara de safado. Era branco, 1,72 metros, uns 70 quilos, nada que chamasse muito atenção. Mas a convivência me fez olhar para ele de uma forma diferente, achava ele simpático, gostava da conversa dele. Ele fazia parte de uma banda filarmônica, e eu comecei a frequentá-la. Passei a ajuda-lo com os estudos, incentivando-o para fazer faculdade, concurso...

Eis que surgiu o concurso da Polícia Militar, e ele decidiu se inscrever. Como a internet não era muito difundida aqui no estado, as inscrições eram feitas de forma presencial, na capital. Então no dia marcado, acompanhei o local da inscrição. A mãe dele confiava muito em mim.

Saímos de casa por volta das 6 horas da manhã. A viagem duraria cerca de uma hora, fomos conversando. Ele colocou o envelope com os documentos sobre o colo, e ficou levantando com o movimento do pênis dele. Quando vi fiquei surpreso, mas continuei calado, ele pegou a minha mão e puxou para seu pau, que estava duro. Naquele momento fiquei com vergonha, era uma mistura de vergonha, desejo, surpresa pelo acontecido. Chegamos na capital por volta das 7:30, porém o local da inscrição só abriria as 9. Então andando pela cidade, paramos na frente de uma pousada. Ele ficou sem querer entrar, mas já estávamos ali mesmo e decidimos entrar. A pousada era muito simples. Daquelas que as garotas e garotos de programa usam em locais escondidos, entre as lojas do centro das cidades.

Subimos as escadas, entramos no quarto. Eu sentei na cama e ele ficou fazendo charme. Depois sentou do meu lado, estava com uma calça jeans e camiseta. Ele tirou a calça, estava sem cueca, fiquei louco. Comecei a passar a mão na cocha dele, e com a outra pegando na barriga, ele rapidamente pegou minha mão e colocou sobre o pau dele e apertou.

Era um pau lindo, reto, meio grosso, grande, branquinho. Perfeito. Acaricie aquele mastro por algum tempo, até que ele pegou minha cabeça e me colocou para chupá-lo. Chupava aquela pica como se fosse um prêmio, fechava os olhos e saboreava cada centímetro daquele pau gostoso. Ele se levantou, ficou em pé aos pés da cama e pediu para que eu ficasse de quatro. Obedeci na hora. Me agarrou pela cintura, e puxou minha bunda, encostando o pau dele bem duro na entrada do meu cú. Mandou que eu forçasse, dizendo que eu iria controlar, até me acostumar com o pau dele dentro de mim.

Obedeci fielmente e forcei meu corpo contra o dele, o pau dele entrava em mim de uma forma sensacional, eu estava saboreando aquele momento. Quando ele percebeu que o pau já estava dentro e eu estava relaxado, deu fortes estocadas, de uma forma viril. Sentia as bolas batendo em minha bunda enquanto ele gemia. Transamos por quase 20 minutos, sem ele gozar. Tirou o pau de dentro de mim, puxou a camisinha e enfiou o pau na minha boca. Sentia o pau dele babando, aquele líquido delicioso, ele me fazia engolir tudo, ficava olhando para meu rosto enquanto eu o chupava. Depois de chupar até cansar, ele segurou no meu queixo e começou a se masturbar, gozando em seguida na minha cara. Ficou batendo o masco em meu rosto todo melado de gozo. Foi maravilhoso.

Depois disso passamos a ficar com frequência, tivemos várias outras transas, cada vez melhor. Mas isso eu contarei depois.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PEGUEI MEU CUNHADO


De volta as minhas aventuras sexuais, hoje vou contar o dia em que fiquei com meu cunhado. Eu ficava com um cara maravilhoso (esteticamente falando), o sonho de consumo de todo gay. Ele era alto, bonitão, cabelos pretos, pernas grossas, braços malhados, do tipo que chama a atenção onde chega. Mas nosso relacionamento era escondido. Eu ficava com ele uma vez por semana, no horário que desse para ele vim até minha casa.
No começo eu via como uma aventura, porém eu fui me apegando e comecei a gostar dele. Masssssss, ele tinha uma namorada. Eu ficava com ciúmes, porque ficava com as sobras, então decidir ver o relacionamento como realmente era. Apenas um casinho.
Pois bem... esse cara tinha um irmão mais novo, na irmão dele tinha 17 anos, estava no 2º ano do ensino médio e para minha sorte havia ficado de recuperação em várias matérias. O colégio, desses de esquina que só se preocupam como o pagamento da mensalidade, passou como forma de recuperação final alguns trabalhos para fazer em casa. Como eu era professor, ele me pediu ajuda e eu como bom cunhado resolvi ajudá-lo.
Encontrei com ele no shopping, convidei para almoçar primeiro, de lá saímos de moto até minha casa, ele estava com uma camiseta branca, bermuda estilo surfista e uma pochete na cintura. Quando chegamos em casa, ele percebeu que uma caneta que ele trazia dentro da pochete havia estourado, sujando a camisa e a bermuda dele. Muito preocupado ele pediu para ir ao banheiro para tentar tirar a mancha. Como ele passou alguns minutos lá, resolvi perguntar se precisava de ajuda. Peguei a camisa, lavei a área e coloquei um produto para ver se saía a mancha de tinta. Mas era preciso que ele retirasse a bermuda para fazer a limpeza. Meu coração disparou naquela hora. Ele tirou a bermuda rapidamente, sem nenhum problema, e eu coloquei o produto e esfreguei, porém a tinta não saiu. Resolvemos deixar de molho. E ele, teve que ficar de cueca, pois eu “não tinha bermuda”... kkkkkkk.
Fomos para a sala e sentamos no sofá bicama, que já falei anteriormente, começamos a resolver as questões de matemática. Eu ficava muito incomodado com ele apenas de cueca e “de vez em quando quase sempre” olhava com vontade de pegar. Foi quando eu perguntei para ele se poderia pegar bem de leve. Ele me respondeu apenas: Vamos trabalhar...
Aquilo foi a resposta que eu esperava, puxei a cueca dele colocando o pau dele pra fora, que já estava ficando duro. Comecei a masturbá-lo e quando o pau dele estava duro como uma rocha, caí de boca. O pau dele era delicioso, grande, meio curvado para o lado, com uma cabeça lisinha e brilhante. Chupei bastante, ele ficava sentado com as pernas estiradas e eu deitado sobre as pernas, tentando engolir aquele pau totalmente. Queria deixar nele a minha marca. Chupei seu ovos, passava a mão na barriga dele. Ele era muito cheiroso. Rapaz gostoso demais. Me sentia como uma puta saindo com o cunhadinho. Ele olhava para mim com uma naturalidade incrível. Foi fantástico. Chupei o pau dele por quase 20 minutos, até que ele gozou. Foi o melhor trabalho de recuperação que já fiz para alguém.
Depois desse dia, ficamos muito amigos, e transamos outras vezes, com serviço completo, mas isso é uma outra história.

TRANSEI COM O EX DA MINHA NAMORADA





Bem, esta história que vou contar aconteceu há alguns anos. Eu tinha 20 anos, ainda estava me descobrindo como gay, participava de uma igreja evangélica e tinha uma namoradinha como um bom rapaz de família do interior.
Época de campanha eleitoral, na cidade haveria um comício e eu, como estudava na capital chegaria tarde. Quando cheguei os discursos já haviam acabado, e tinham alguns carros de sons na praça. Sentei em um barzinho e comecei a beber uma cerveja sozinho. Logo chegaram alguns conhecidos e no meio deles o ex-namorado da minha namorada. Não tinha nada contra o rapaz, ao contrário, tinha um maior tesão por ele. A noite foi passado o pessoal indo embora, no final ficamos apenas três. Eu, ele e um colega. Então ele deu sinal para o outro rapaz, e me chamou para sair andando para conversar. Topei na hora.
Saímos andando, era por volta das 2 da manhã, fomos parar numa rua deserta. Sentamos em um canteiro. Eu estava super nervoso, olhei para ele e disse que adorava a barriga dele, ele levantou a camisa e me olhou com uma cara safada dando um leve sorriso. Fomos para atrás do antigo cinema da cidade, passamos por baixo de uma cerca e eu fiquei parado sem saber o que fazer. Ele disse que estava apertado e puxou para fora aquele pau maravilhoso. Estava duro, reto, cabeça estilo apontador. Ele ficou parado com o pau para fora enquanto eu olhava e disse que não conseguia “mijar” que precisava de uma massagem. Pediu para eu pegar. Eu me abaixei, coloquei a mão no pau dele e puxei para minha boca. Foi maravilhoso, ele dava pequenos gemidos, minhas pernas tremiam, meu corpo suava de tanto prazer. Era uma mistura de medo com tesão. Ele disse que já havia percebido eu olhando para ele, e que tinha muita vontade de me comer. Pediu para eu ficar meio agachado, puxou uma camisinha do bolso, abaixou a bermuda completamente e começou a me penetrar. Nunca havia sentido aquela sensação. Ele sabia como meter. Arranhou as minhas costas, puxou meu cabelo, batia em minha bunda. Tive a sensação de ser sua amante, estava completamente realizado com aquele macho. Ele me segurava pela cintura e metia cada vez mais, Aumentava a velocidade e depois dava longas estocadas.
Ele tirou o pau de dentro de mim, me puxou e gozou bem na minha cara, pedindo para eu lamber seus ovos. Foi a primeira vez que senti um esperma escorrendo na cara.
No momento de voltarmos para a praça foi meio complicado. Tinha alguns gays na rodoviária, que era passagem obrigatória para a praça. Como eu não era assumido ainda, foi bem complicado. Afinal dava para perceber o quanto eu estava andando com as pernas bambas.

domingo, 27 de outubro de 2013

CAÍ DE BOCA EM UM TAXISTA

Era um dia de domingo a noite, o tempo estava meio chuvoso e meu celular não parava de tocar. Decidir atender e era uma colega de trabalho que não via há muito tempo, ligando para informar do falecimento de um professor que havia trabalhado com agente há uns dois anos. Não queria sair de casa, mas por educação acabei me arrumando e saindo.

Peguei um taxi lotação que passava pela avenida, entrei, dei boa noite e não olhei para o motorista. Alguns segundos depois dei uma leve olhada para o lado. Me deparei com um senhor de 30 e poucos anos, meio gordinho, não aparentava ser muito alto. O taxi lotação estava vazio, apenas eu como passageiro, o motorista subiu os vidros do carro e disse iria ligar o ar para que eu ficasse mais a vontade. Dei um pequeno sorriso e ele me perguntou se eu estava indo “putiar”. Na hora eu expliquei para onde estava indo e perguntei, quanto ele me cobraria para me deixar lá, pois o roteiro do taxi não passava pelo local e estava chovendo. Acertamos tudo e quando fui descer peguei o número do telefone dele. Não pretendia passar muito tempo ali, apenas iria marcar presença.

Uns quarenta minutos depois, liguei para o taxista, ele me pegou no local combinado e seguimos viagem de volta a minha casa. Ele dirigia e olhava pra mim com um olhar sacana. Começou a falar das coisas que aconteciam, dizendo que não dispensava nada. Na hora eu fiquei excitado, perguntei pra ele se ele deixaria eu pegar no pau dele. E ele com uma cara de safado foi puxando minha mão. Enquanto ele dirigia eu desabotoei a calça dele e comecei a pegar naquele pau gostoso. Não era muito grande, mas era muittttoooo grosso. Ao chegar em frente ao condomínio ele parou o taxi e eu comecei a chupar aquela pica. Para minha surpresa estava super cheirosa, deliciosa, tão grossa que me forçava a abrir bastante a boca.

 

Mamei bastante aquele macho, ele sentado no banco com as calças arriadas e eu com a cabeça sobre o colo dele, chupando aquela pica grossa enquanto ele empurrava minha cabeça cada vez mais pra baixo. Quando o porteiro do condomínio percebeu o movimento diferente, desci do taxi, e fiquei de ligar para o taxista para terminarmos a brincadeirinha. Pena que perdi o número dele.

CHUPEI MEU ALUNO GOSTOSO


Em 2008 eu fui aprovado para professor de um município, fui lotado em uma escola de um bairro afastado do centro, para ajudar no deslocamento fui obrigado a comprar uma motocicleta, porém nunca gostei, sempre que possível deixava outra pessoa guiar e seguia no banco da carona. Aos sábados dava aula em um projeto nessa mesma escola, atendíamos alunos da comunidade, jovens de várias idades de 8 a 25 anos. Como eu ficava dia todo na escola, almoçava por lá mesmo, em um pequeno restaurante. Certa vez, ao terminar o turno da manhã, quando saía para o almoço perguntei a um dos alunos do projeto qual o local mais próximo para retirar uma foto 3X4. O aluno tinha 20 ou 21 anos, moreno, 1,70m mais ou menos, magro, olhar sedutor. Ele me explicou, porém como eu não conhecia o bairro ele se dispôs a me levar no local. Sentou na garupa da minha moto e foi me guiando até o local. Após tirar a foto, como retribuição convidei ele para almoçar em uma churrascaria que havia perto da escola, um pouco cara, mas eu estava precisando mudar o cardápio do outro local. Almoçamos e em meio a conversas descobri que ele “curtia” um movimento diferente. Na volta para a escola ele segurando em meu ombro sentando na garupa da moto, começou a alisar meu ombro com o dedo polegar. Não me contive e guiei até meu apartamento que ficava a uns 20 minutos dali.

Ao chegar em casa, sentamos no sofá da sala, um sofá bicama que possuía, passei a mão na perna dele, definida por jogar futebol na quadra da escola, ele imediatamente tirou o pau pra fora, não era muito grande, deveria ter uns 13 centímetros, cabeça pequena, proporcional ao pênis. Coloque todo de vez na boca, enquanto alisava suas pernas com uma mão e a outra passava sobre seu abdômen, ele ficava com os olhos fechados e segurava minha cabeça, puxando contra seu corpo e fazendo movimentos de vai e vem. Adorava sentir seu pau em minha boca. Chupei demasiadamente. Tentei beijá-lo na boca mas ele não deixou, então beijei seu pescoço e descia até aquele pau delicioso. Ele deitado no sofá bicama se contorcia, enquanto empurrava minha cabeça para sua pica. Quando ele fez sinal de que ia gozar tirei rapidamente seu pau da boca e deixei ele derramar seu leite quente em meus lábios, sujando meu queixo e minha bochecha. Fiquei um pouco deitado sobre a barriga dele, ainda com o rosto melado com aquele esperma denso, depois nos limpamos e levei ele de volta para o bairro em que ficava a escola. Nesse dia não dei mais aula a tarde. Sem condições. Rsrsrs. Ainda sinto desejo de ficar com esse aluno novamente, pena que perdi o contato após mudar de escola.

MASTURBEI MEU ESTAGIÁRIO


 De volta aos meus contos, vou relatar algo que aconteceu entre meu estagiário e eu. Trabalho em uma empresa que possui muitos funcionários, em vários setores. Pois bem, o setor do qual fazia parte tinha cerca de 12 pessoas que trabalhavam em três turnos, sendo que eu era o chefe. Em uma manhã, devido parte dos servidores estarem em greve, o setor teve que ser fechado ao público, dentro da sala ficamos apenas eu, que não podia fazer greve por possuir cargo comissionado e o estagiário, um rapaz branco, 1,76 metros, uns 80 quilos, cabelos castanhos, barba bem feita, e belos olhos azuis, que me fez contratá-lo na seleção de estagiários. Rsrsrsrs.

Já havia tido algumas conversas meio picantes com ele, passado a mão de leve, mas sem nenhuma esperança de ter algo a mais, nesse dia estava com sorte. Fui me aproximando do birô que ele estava para ver o que ele estava olhando na internet e puxei conversa, sentei do seu lado e levemente deixei meu braço repousar sobre sua coxa, ele resistiu, fingi que nada aconteceu e investi novamente, continuamos conversando e passei meu cotovelo sobre seu pau, por cima da calça, que já estava dando sinal de vida.

Ao perceber, que ele já estava ficando excitado pedi para pegar no pau dele. Ele ficou todo vermelho. Continuei a investida, chegando a oferecer dinheiro, ele disse que deixaria eu pegar em seu pau se eu deixasse ele folgar três dias no trabalho. É claro que concordei na hora, ofereci uma semana, mas achamos prudente apenas os três dias para não gerar desconfiança.

Fomos até o arquivo do setor, eu desabotoei sua calça jeans, abrindo o zíper deixando sua sunga creme a amostra. O pau dele estava duro, passei a mão por cima da cueca e baixei bem devagar, consegui ver aquele pau lindo, grosso, reto, cabeça rosada... fiquei louco... me ajoelhei e tentei abocanhar aquele pau, mas ele não deixou, então comecei a massagear aquela pica deliciosa. Olhava para aquele mastro e ficava com a boca cheia d’água... mal podia me conter com aquela cena. Continuei com cenas de vai e vem enquanto ele dava pequenos gemidos em meio aquele emaranhado de papéis. Quando ele disse que ia gozar, preparei minha mão para segurar aquela gala gostosa, ele gozou bastante, chegando a sujar o chão. Minha vontade era espalhar aquele esperma em meu rosto, mas tive que me conter. Nos limpamos e voltamos ao trabalho. Até hoje eu desejo mamar naquela rola gostosa, aquele pau duro, reto, grosso, grande e com uma bela cabeça rosada.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vamos começar...

 

Sempre fui fascinado por contos eróticos... e nunca tive coragem de escrever minhas aventuras...



Iniciando com minha apresentação, meu nome é Adriann, fictício, ou real quem sabe... Tenho 30 anos, servidor público, homossexual desde que eu me lembre, mas preso até os 19 por dogmas religiosos...

Tenho um relacionamento sério, a mais de 1 ano, com um cara que é lindo... maravilhoso... porém com um pau pequeno... quando eu falo em pequeno, quero dizer pequeno mesmo... o que me faz procurar outras pessoas para satisfazer meu desejo, mesmo eu sendo louco por ele.

Então a partir de hoje irei compartilhar com vocês minhas aventuras sexuais, que são muitas... todas reais... não quero fantasiar nada... como não tenho para quem contar, escolhi postar em um blog. espero que gostem...


Adriann