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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O HOMEM CASADO QUE ESPEREI POR QUASE TRÊS ANOS

Estou muito feliz por poder contar esta história. Em 2010 comecei a trabalhar em uma instituição de ensino, porém na parte da secretaria, uma espécie de departamento de administração acadêmica. Lá eu conheci muitos alunos, professores, público externo...
Em fevereiro de 2011, já conhecido na instituição, fui parado nos corredores por um aluno, que precisava de ajuda para efetivar a matrícula em uma determinada disciplina. como um bom servidor me dispus a ajudá-lo, ele tinha 1,75 metros, branco, cabelos pretos lisos, fio médios. Do jeito que eu gosto. O cara era realmente bonito, daqueles que chama a atenção por onde passa. Bem, fiz meu trabalho e a partir daí pegamos uma certa amizade. Descobri que ele era motorista de taxi lotação do bairro em que eu dava aula. Sempre que dava ia com ele, gostava de sua companhia, sua conversa era agradável. Nossa amizade foi crescendo, a ponto de sairmos para almoçar de vez em quando, até isso te tornar frequente.
 

Fiquei apaixonado pelo cara, mas ele era casado. Ou melhor é casado até hoje. A esposa dele é linda, e um tanto ciumenta, o que é aceitável, uma vez que o cara possui um charme encantador. O cara veio em meu apartamento uma vez, mas não aconteceu nada, não tive coragem de me declarar. Fiquei puto da vida. Ele me falava suas aventuras, suas traições. Me pegava no trabalho, levava para almoçar, levava de um trabalho a outro. Estávamos bem apegados. Ele passou em um concurso público para ser motorista em outra cidade, e isso foi um balde de água fria, acabamos perdendo o contato. Nos vimos e perdemos o contato duas vezes, devido a mudança de trabalho, furto de telefone, essas coisas. Eu não parava em casa e não tinha coragem de ir na casa dele. A esposa dele já havia pegado uma mensagem minha no telefone dele e deu a maior confusão. Isso esfriou a amizade por um tempo.
Em agosto reestabelecemos o contato. Saímos para almoçar, andamos na praia e em meio a isso eu me declarei. Disse que era louco por ele. Que sonhava em ficar com ele nem que fosse uma única vez. Para meu espanto, ele disse que eu tinha uma lábia muito boa. Que deveria pegar logo meu diploma de bacharel em direito e advogar, porque convencia fácil as pessoas. Rsrsrsrsrsr. Aquilo soou como uma música para meus ouvidos. Respondi prontamente que se eu fosse tão bom quanto ele disse, ele já teria ficado comigo. Ele sorriu e finalmente aceitou. O problema agora era o dia que isso fosse acontecer.
 Marcamos vários dias, sem conseguir sucesso. Nossas agendas não batiam, ele trabalha no interior em regime de escala e eu trabalho o dia todo e faço faculdade a noite. Teria que acontecer algum sacrifício. Dois meses se passaram e nada de acontecer. Quando finalmente, na primeira semana de dezembro, ele me ligou por volta das 17 horas dizendo que passaria em minha casa as 20 horas. Nem acreditei, mesmo assim decidir faltar a aula e pagar pra ver. As 20 horas meu telefone tocou, era ele dizendo que estava no trabalho e que passaria por volta das 2 da manhã, antes da mudança de turno. Fiquei morrendo de raiva, sabia que ele não iria aparecer novamente. Fiquei acordado, bateu uma insônia, ansiedade, nervosismo, tudo junto. As 2:30 ele ligou confirmando, dizendo que estava saindo do trabalho, que chegaria em meu apartamento com a ambulância, para fazer a troca de turno com o outro motorista. Por volta das 3:15 ele chegou. Meu coração acelerou, nem sabia o que faria, estava muito nervoso.
Ele entrou, nos cumprimentamos, ele fez um lanche rápido, sentou no sofá e começou a assistir. Eu não sabia o que fazer. Nunca havia ficado tão nervoso. Percebi que ele estava com a calça desabotoada. Aquilo me deixou louco. Ele perguntou qual era o canal pornô e colocou nele. Eu fechei a janela, ainda trêmulo e sem ação. Ele me pediu para apagar a luz. Ficamos apenas com a iluminação da tv. Ele tirou a camisa. O peito dele tinha aqueles pelinhos, na medida, descendo até a barriga, fazendo aquele caminho da felicidade. Ele se levantou baixou as calças, ficou apenas de cueca branca. (minha cor favorita de cueca) Sentou novamente no sofá. Eu fui ate a frente dele, ajoelhei-me e o abracei. Foi espetacular. Era melhor do que eu imaginava. Super Cheiroso, pele macia. Beijei seu peito, seu abdômen e seu pau por cima da cueca. Passei quase 5 minutos fazendo aquilo. Alisando sua pele, enquanto ele estava estirado no sofá. Quando eu baixei sua cueca, foi um momento mágico. Seu pênis era perfeito, macio, cheiroso, grande, reto, com uma cabeça avantajada. Foi o momento mais fabuloso que passei esse ano. Chupei meio acanhado. Parecia minha primeira vez. Não conseguia olhar para ele, até que ele segurou em meus cabelos, e começou a forçar minha cabeça para o seu pau. Cheguei a engasgar com aquela cabeça enorme e deliciosa.
Lambia seu saco, passava a língua por toda a extensão do seu pênis, enquanto ele pedia para eu não parar de chupar. Fui perdendo a vergonha e tentava engolir aquela vara cada vez mais. Passamos  uns vinte minutos nisso, foi a melhor chupada da minha vida. O pau dele é fantástico. Um tempo depois ele se levantou e disse que iria gozar, perguntando se podia gozar na minha boca. Eu aceitei na hora. Ele em pé e eu ajoelhado, esperando pela recompensa de todo aquele tempo esperando. Quando ele gozou foi mágico. Não sou muito fã disso, mas aquela gala eu teria que por na boca. Ele gozava e eu continuava chupando. Foi um momento inesquecível. Quando ele acabou fomos ao banheiro, nos limpamos, ficamos no meu quarto um pouco até que ele precisou ir embora. Porque tinha que trocar o expediente com o próximo motorista.
Depois disso já fiquei com ele outra vez. E temos planos de ficarmos, pelo menos uma vez por semana. Espero que dê certo. Estou apaixonado por esse cara, mesmo ele sendo casado e eu sabendo que é apenas uma aventura.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O GERENTE DA LOJA


Era véspera do dia dos namorados, fui ao centro procurar um presente para minha paixão. Andei em várias lojas, mas em dúvida sobre o que comprar. Queria algo que eu tivesse a certeza de que ele usaria e gostasse. Cheguei a uma loja daquelas de surfistas. Fui atendido por um rapaz muito simpático, mas vou deixar para falar dele em outro momento. Pois bem, encontrei um chinelo que era a cara do meu amorzinho, no entanto não havia o número que eu queria. O gerente da loja, um rapaz jovem, uns 25 anos, moreno claro, 1,75m e um pouco fora de forma, mas que tinha uma cara de safado e aquele sorriso sacana, ao perceber que eu não levaria outro item me convenceu a levar um número menor, garantindo que o chinelo iria ceder com o uso e ficaria o tamanho perfeito. Resultado: dias depois tive que voltar para a loja para trocar o produto. Procurei o gerente e solicitei a troca, mas ainda não tinha o número, então ele solicitou a um vendedor que fosse pegar em outra loja, para não ter que cancelar a compra. Enquanto o rapaz foi pegar, ficamos conversando, e conversa vai, conversa vem, falamos de trabalho, estudo, e é claro mulheres. Ele falou que tinha uma namorada e que ela era doida por ele. Quando questionei ele afirmou que fazia uma transa muito boa e que o pau dele não descia com facilidade. Naquele momento entendi o recado. O rapaz trouxe o chinelo, eu me despedi e o gerente me entregou um cartão com o nome e o telefone dele. 
No caminho de casa não tirava aquelas palavras da cabeça. Ao chegar, liguei o computador e fui procura-lo no facebook. Queria conferir as fotos deles de preferência sem camisa. Encontrei, solicitei amizade e alguns dias depois ele aceitou. Sempre que dava agente conversava. Era difícil encontra-lo on-line. Tentamos marcar várias vezes mas sem sucesso. Nossos horários eram incompatíveis. Trabalho, faculdade, a namorada dele, o meu namorado... Nada facilitava. 
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Meses se passaram e eu já havia tirado da cabeça, até que em uma quinta-feira, cheguei da faculdade por volta das 10:30, liguei o computador e lá estava ele no facebook. Começamos a conversar e falar sobre sacanagem. Ele pediu para vim na minha casa. Na hora fiquei com receio. Já estava tarde. Eu estava sozinho em casa. Meio complicado. Mas o tesão foi mais forte e aceitei. Passaram alguns minutos, na verdade mais de uma hora, e quando já ia dar meia noite ele chegou, numa motocicleta, camisa azul de maga e bermuda surfista. Entrou e sem muita cerimônia já foi mostrando o pau, que estava muito duro. Arrastei ele para o quarto. Havia me preparado todo, gel, óleo, camisinha, estava com tudo a postos. Ele ficou completamente pelado, me puxou e começou a tirar minha roupa. Parecia um lobo devorador. Pegou em meu pau e começou a massagear, me virou de costas e beijou meus pescoço e mordeu minha orelha. Puxou minha cabeça para o pau dele que já estava babando. Chupei rapidamente e peguei a camisinha. Coloquei nele e fiquei de quatro. Ele encostou a cabeça do pau em minha bunda e forçou, foi uma dor tremenda. O pau dele não era muito grande mas era muito grosso. Ele gemia e massageava meu pau enquanto fazia movimentos de vai e vem. Deitou sobre meu corpo, ficou alguns minutos roçando em cima de mim. Deitamos de lado e ele enfiava o pau enquanto me masturbava, gemendo em meu ouvido. Não aguentei e gozei na mão dele, que continuou os movimentos como se nada tivesse acontecido. Depois ele ficou de pé na cama e gozou em cima de mim. Quando pensei que já havia acabado ele me puxou e fez com que eu chupasse o pau dele de novo, que continuava duro. Fiquei brincando com o pau dele e chupando por cerca de 30 minutos, até ele gozar novamente.
Tomou uma ducha rápida e foi embora. Depois disso não transamos mais. Estou esperando a oportunidade para cair novamente naquele pau delicioso. O homem realmente é uma máquina de sexo. Recomendo.  

domingo, 1 de dezembro de 2013

MAMANDO O COLEGA DE TRABALHO

Essa história aconteceu em 2010. Fui trabalhar como professor de uma outra escola, durante esse período eu trabalhava praticamente os três turnos, em três escolas diferentes. Era um pouco cansativo, mas me permitia conhecer muita gente. Nessa nova escola eu conheci um rapaz, 22 anos, branco, 1,70 de altura, meio gordinho, cabelos cortados estilo pagodeiro, e olhos de Capitu, aqueles que aparentam estar com sonolência ou ressaca, muito sexy por sinal. Ele era o professor de outra turma, em uma sala que ficada de frente a minha. Os dias foram se passando, foi gerando uma amizade, passávamos o intervalo juntos e eu passei a levá-lo para casa de moto. Adorava quando ele segurava em mim. Começamos a nos falar por telefone, e eu, é claro, já estava caidinho por ele. Vez ou outra deixava ele guiar a moto para ir segurando na cintura dele. Ele ficava me dando condição e permitindo que eu passasse a mão nele. 
Numa tarde de sábado, decidimos assistir a um filme no telão que tenho em casa (pura desculpa), passei na casa dele de moto, ele veio guiando até a minha casa, e vez ou outra virava para traz e dizia uma gracinha, se insinuando para mim. Ao chegarmos, que decepção, o rapaz que dividia apartamento comigo estava com visita. Então tivemos que colocar a projeção do filme no quarto para não incomodar a visita. Trancamos o quarto e passamos a assistir, nem lembro qual era o filme, deitamos no colchonete que coloquei no chão. Os minutos foram passando e nada de rolar nada. O celular dele tocou. A namorada dele estava ligando como sempre. Baixei o volume do filme e ele não falou que estava na minha casa. Foi a deixa que eu estava esperando. Enquanto ele falava com ela coloquei minha mão por cima da calça dele. Ele não fez cerimônia e enquanto falava com ela desabotoou a calça e abriu o zíper. Baixou a calça até as pernas, eu puxei a cueca dele e passei a chupá-lo, ao tempo em que ele ia falando com a namorada. Como ele não estava se controlando se despediu da namorada e desligou o celular. 
Perguntou se meu colega de apartamento não iria aparecer. Eu respondi que não e continuamos a namorar, nos abraçamos, nos beijamos, beijei todo o pescoço dele, dei mordidinhas em seu queixo, e ele passando a mão em meu corpo disse que eu deveria gozar primeiro que ele. Puxou meu pau para fora que estava duro feito uma rocha. Quando ele viu o tamanho ficou admirado. Era bem maior que o dele. Enquanto eu beijava o pescoço dele ele me masturbava. Desci até o pau dele e chupava com veracidade, quando eu gozei na mão dele, ele começou a forçar minha cabeça sobre o pau dele. Aumentei a velocidade até que ele avisou que iria gozar. Tirei a boca do pau dele e ele gozou em minha mão. Como eu sempre tenho um rolo de papel higiênico no quarto, limpamos rapidamente, ficamos ali deitados, por alguns minutos, depois fomos ao banheiro, disfarçadamente de um por um. Pena que ele não ficou naquela escola por muito tempo, pois não era um professor efetivo. Hoje ele é casado com a namorada da época e nunca mais nos encontramos, mas quando nos batermos por ai, tenho certeza que vamos continuar o que começamos.