Estava deitado no sofá sem nada para fazer e acabei
lembrando de algo que aconteceu comigo há alguns anos. Como já falei em contos
anteriores atualmente moro na capital, vim fazer faculdade e não retornei mais
para o interior. No entanto, há uns anos sempre visitava meus pais no final de
semana. Eis que um belo sábado decidi ir para aquela pequena cidade de moto,
tenho uma biz vermelha e em cidade pequena faz o maior sucesso entre os
garotões.
Fiquei na casa dos meus pais e a noite sai pela cidade, que
não é muito grande, quase todo mundo se conhece, não possui grandes atrativos.
Estava na praça, bebi algumas cervejas sozinho, até que um colega também da
capital que estava no interior me ligou. Falei onde estava e ele pediu para
passar na casa da tia dele, eu é claro prontamente atendi. Peguei ele e
voltamos para o barzinho na praça eu estava antes. Bebemos muito, as horas da
noite se passavam e em interior tudo fecha muito cedo. Como o barzinho já encerrava
as atividades saímos de moto. Ele me chamou para irmos até a praia. A cidade é
litorânea, fica a cinquenta minutos da capital e cerca de vinte e cinco minutos
da praia mais próxima.
Pois bem saímos, já eram quase onze da noite, pegamos a
estrada e no meio do caminho começou a chover, meu amigo estava guiando a moto.
Deixa eu falar um pouco sobre ele. Sabe aquele tipo de cara que tira o folego
só de olhar? É ele. 22 anos, Alto, musculoso, muito bem definido, boca
carnuda, lembra um ator global que não posso citar, mas é muito mais bonito
que ele. Pele clara, cabelos pretos, nariz afilado. Um verdadeiro Deus grego. Então,
como eu ia dizendo no meio do caminho começou a chover, eu segurei pela cintura
dele, ele deixou então eu coloquei a mão por baixo da camisa dele. Chegava a
sentir cada gominho definido no estômago dele, como ele não colocava resistência
peguei no pau dele, colocando a mão por cima da bermuda. Ele virou pra traz,
enquanto guiava e disse: se for para pegar, pegue direito.
Não resisti e coloquei a mão por dentro da cueca dele,
segurei seu membro por algum tempo mas retirei a mão, afinal ele estava guiando
a moto. Ao chegarmos na praia, estava tudo vazio, apesar de ter muitas casas na
praia. Olhei para ele e perguntei se teria algum bar aberto, ele prontamente me
disse: “para ter uma festa basta ter nos dois...” Naquele momento meu coração
disparou, mas mantive a calma. Ele decidiu tomar banho de mar. Fomos ate a
beira da praia, eu me encostei na moto enquanto ele tirava a roupa. Me deu a
camisa para segurar e retirou a bermuda, ficando apenas de cueca. Como estava muito escuro não deu para ver direito. Ele entrou no mar e
eu fiquei esperando. Sentei na areia, que estava um pouco molhada devido a
proximidade que eu estava da água. Não conseguia enxergá-lo, subia uma
adrenalina, misturado com medo de chegar alguém. Alguns minutos depois lá vinha
ele. Todo molhado com aquela cueca colada ao corpo.
Chegou ao meu lado, disse que a água estava um pouco fria,
mas que tava bom, perguntou o que fiz, eu continuei sentado na areia e falei
que não tinha feito nada, que apenas esperava ele tomar banho. Ele se
aproximou, e baixou a cueca dizendo que eu já estava na posição certa. Foi
quando seu membro saltou para fora, lindo, ereto, grosso e grande, não dava
para ver se a cabeça era rosada por causa da pouca iluminação, apenas as
estrelas e a lua, que pairava discretamente no céu, iluminavam aquele momento.
Eu é claro não me fiz de rogado, comecei a chupa-lo loucamente, passando a mão
naquele abdômen sarado. Terminei de baixar sua cueca, ele se encostou na bis,
eu fiquei de joelhos, chupando cada centímetro daquele pau delicioso
A pele dele estava salgada, devido a água da praia, mas
estava saboroso, o momento era mágico, ele segurava em meus cabelos e puxava
minha cabeça contra seu corpo, eu abria bem a boca para tentar engolir aquela
vara grande e rígida. Foi a melhor ida a praia da minha vida. Beijava aquela
abdomens, passava a língua em seu peito rasgado pela academia, lambia seus
mamilos, descia com a boca pelas coxas delineadas dele. Eu estava praticamente
enlouquecido com aquele homem maravilhoso. Quando ele estava próximo a gozar,
pedia para eu parar um pouco, e depois eu continuava com aquele movimento de
entra e sai. Engolia toda a pica dele. Chegava a engasgar. Passaram-se quase
meia hora, eu já estava cansando, o meu corpo tremia de tesão, meu pau estava
duro como um rocha. Fiquei tão excitado que cheguei a gozar sem ao menos tocar
em meu pau. Foi quando intensifiquei os movimentos, ele gemia, segurou minha
cabeça forte e gozou na minha boca, o esperma bateu bem na garganta, fazendo
com que eu me entalasse com aquele gozo maravilhoso.
Sentei na areia, mas minha vontade era de deitar ali mesmo.
Respiramos por alguns minutos, pegamos a moto e voltamos para a cidade. Todo o
caminho fiquei abraçando ele, foi maravilhoso. Ele ficou em casa, peguei a moto
e voltei para a casa dos meus pais. Chegamos a nos ver algumas vezes mais. Ele
é maravilhoso, pena que é um cafajeste. Mas isso só o deixa mais tesudo.

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