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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

DEI PARA O IRMÃO DO MEU MELHOR AMIGO



Quando eu morava no interior, por volta dos 20 anos, fiquei desempregado, como lá não tinham muitas oportunidades o jeito foi dar aula particular. Comprei um quadro branco, coloquei na garagem de casa e comecei a oferecer aulas de reforço. Foi aí que conheci um cara que se tornou um grande amigo meu. Passei a frequentar os mesmos lugares, a casa dele, conheci toda a família, os amigos dele... e, é claro, o irmão dele. Não era muito bonito, mas tinha uma cara de safado. Era branco, 1,72 metros, uns 70 quilos, nada que chamasse muito atenção. Mas a convivência me fez olhar para ele de uma forma diferente, achava ele simpático, gostava da conversa dele. Ele fazia parte de uma banda filarmônica, e eu comecei a frequentá-la. Passei a ajuda-lo com os estudos, incentivando-o para fazer faculdade, concurso...

Eis que surgiu o concurso da Polícia Militar, e ele decidiu se inscrever. Como a internet não era muito difundida aqui no estado, as inscrições eram feitas de forma presencial, na capital. Então no dia marcado, acompanhei o local da inscrição. A mãe dele confiava muito em mim.

Saímos de casa por volta das 6 horas da manhã. A viagem duraria cerca de uma hora, fomos conversando. Ele colocou o envelope com os documentos sobre o colo, e ficou levantando com o movimento do pênis dele. Quando vi fiquei surpreso, mas continuei calado, ele pegou a minha mão e puxou para seu pau, que estava duro. Naquele momento fiquei com vergonha, era uma mistura de vergonha, desejo, surpresa pelo acontecido. Chegamos na capital por volta das 7:30, porém o local da inscrição só abriria as 9. Então andando pela cidade, paramos na frente de uma pousada. Ele ficou sem querer entrar, mas já estávamos ali mesmo e decidimos entrar. A pousada era muito simples. Daquelas que as garotas e garotos de programa usam em locais escondidos, entre as lojas do centro das cidades.

Subimos as escadas, entramos no quarto. Eu sentei na cama e ele ficou fazendo charme. Depois sentou do meu lado, estava com uma calça jeans e camiseta. Ele tirou a calça, estava sem cueca, fiquei louco. Comecei a passar a mão na cocha dele, e com a outra pegando na barriga, ele rapidamente pegou minha mão e colocou sobre o pau dele e apertou.

Era um pau lindo, reto, meio grosso, grande, branquinho. Perfeito. Acaricie aquele mastro por algum tempo, até que ele pegou minha cabeça e me colocou para chupá-lo. Chupava aquela pica como se fosse um prêmio, fechava os olhos e saboreava cada centímetro daquele pau gostoso. Ele se levantou, ficou em pé aos pés da cama e pediu para que eu ficasse de quatro. Obedeci na hora. Me agarrou pela cintura, e puxou minha bunda, encostando o pau dele bem duro na entrada do meu cú. Mandou que eu forçasse, dizendo que eu iria controlar, até me acostumar com o pau dele dentro de mim.

Obedeci fielmente e forcei meu corpo contra o dele, o pau dele entrava em mim de uma forma sensacional, eu estava saboreando aquele momento. Quando ele percebeu que o pau já estava dentro e eu estava relaxado, deu fortes estocadas, de uma forma viril. Sentia as bolas batendo em minha bunda enquanto ele gemia. Transamos por quase 20 minutos, sem ele gozar. Tirou o pau de dentro de mim, puxou a camisinha e enfiou o pau na minha boca. Sentia o pau dele babando, aquele líquido delicioso, ele me fazia engolir tudo, ficava olhando para meu rosto enquanto eu o chupava. Depois de chupar até cansar, ele segurou no meu queixo e começou a se masturbar, gozando em seguida na minha cara. Ficou batendo o masco em meu rosto todo melado de gozo. Foi maravilhoso.

Depois disso passamos a ficar com frequência, tivemos várias outras transas, cada vez melhor. Mas isso eu contarei depois.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PEGUEI MEU CUNHADO


De volta as minhas aventuras sexuais, hoje vou contar o dia em que fiquei com meu cunhado. Eu ficava com um cara maravilhoso (esteticamente falando), o sonho de consumo de todo gay. Ele era alto, bonitão, cabelos pretos, pernas grossas, braços malhados, do tipo que chama a atenção onde chega. Mas nosso relacionamento era escondido. Eu ficava com ele uma vez por semana, no horário que desse para ele vim até minha casa.
No começo eu via como uma aventura, porém eu fui me apegando e comecei a gostar dele. Masssssss, ele tinha uma namorada. Eu ficava com ciúmes, porque ficava com as sobras, então decidir ver o relacionamento como realmente era. Apenas um casinho.
Pois bem... esse cara tinha um irmão mais novo, na irmão dele tinha 17 anos, estava no 2º ano do ensino médio e para minha sorte havia ficado de recuperação em várias matérias. O colégio, desses de esquina que só se preocupam como o pagamento da mensalidade, passou como forma de recuperação final alguns trabalhos para fazer em casa. Como eu era professor, ele me pediu ajuda e eu como bom cunhado resolvi ajudá-lo.
Encontrei com ele no shopping, convidei para almoçar primeiro, de lá saímos de moto até minha casa, ele estava com uma camiseta branca, bermuda estilo surfista e uma pochete na cintura. Quando chegamos em casa, ele percebeu que uma caneta que ele trazia dentro da pochete havia estourado, sujando a camisa e a bermuda dele. Muito preocupado ele pediu para ir ao banheiro para tentar tirar a mancha. Como ele passou alguns minutos lá, resolvi perguntar se precisava de ajuda. Peguei a camisa, lavei a área e coloquei um produto para ver se saía a mancha de tinta. Mas era preciso que ele retirasse a bermuda para fazer a limpeza. Meu coração disparou naquela hora. Ele tirou a bermuda rapidamente, sem nenhum problema, e eu coloquei o produto e esfreguei, porém a tinta não saiu. Resolvemos deixar de molho. E ele, teve que ficar de cueca, pois eu “não tinha bermuda”... kkkkkkk.
Fomos para a sala e sentamos no sofá bicama, que já falei anteriormente, começamos a resolver as questões de matemática. Eu ficava muito incomodado com ele apenas de cueca e “de vez em quando quase sempre” olhava com vontade de pegar. Foi quando eu perguntei para ele se poderia pegar bem de leve. Ele me respondeu apenas: Vamos trabalhar...
Aquilo foi a resposta que eu esperava, puxei a cueca dele colocando o pau dele pra fora, que já estava ficando duro. Comecei a masturbá-lo e quando o pau dele estava duro como uma rocha, caí de boca. O pau dele era delicioso, grande, meio curvado para o lado, com uma cabeça lisinha e brilhante. Chupei bastante, ele ficava sentado com as pernas estiradas e eu deitado sobre as pernas, tentando engolir aquele pau totalmente. Queria deixar nele a minha marca. Chupei seu ovos, passava a mão na barriga dele. Ele era muito cheiroso. Rapaz gostoso demais. Me sentia como uma puta saindo com o cunhadinho. Ele olhava para mim com uma naturalidade incrível. Foi fantástico. Chupei o pau dele por quase 20 minutos, até que ele gozou. Foi o melhor trabalho de recuperação que já fiz para alguém.
Depois desse dia, ficamos muito amigos, e transamos outras vezes, com serviço completo, mas isso é uma outra história.

TRANSEI COM O EX DA MINHA NAMORADA





Bem, esta história que vou contar aconteceu há alguns anos. Eu tinha 20 anos, ainda estava me descobrindo como gay, participava de uma igreja evangélica e tinha uma namoradinha como um bom rapaz de família do interior.
Época de campanha eleitoral, na cidade haveria um comício e eu, como estudava na capital chegaria tarde. Quando cheguei os discursos já haviam acabado, e tinham alguns carros de sons na praça. Sentei em um barzinho e comecei a beber uma cerveja sozinho. Logo chegaram alguns conhecidos e no meio deles o ex-namorado da minha namorada. Não tinha nada contra o rapaz, ao contrário, tinha um maior tesão por ele. A noite foi passado o pessoal indo embora, no final ficamos apenas três. Eu, ele e um colega. Então ele deu sinal para o outro rapaz, e me chamou para sair andando para conversar. Topei na hora.
Saímos andando, era por volta das 2 da manhã, fomos parar numa rua deserta. Sentamos em um canteiro. Eu estava super nervoso, olhei para ele e disse que adorava a barriga dele, ele levantou a camisa e me olhou com uma cara safada dando um leve sorriso. Fomos para atrás do antigo cinema da cidade, passamos por baixo de uma cerca e eu fiquei parado sem saber o que fazer. Ele disse que estava apertado e puxou para fora aquele pau maravilhoso. Estava duro, reto, cabeça estilo apontador. Ele ficou parado com o pau para fora enquanto eu olhava e disse que não conseguia “mijar” que precisava de uma massagem. Pediu para eu pegar. Eu me abaixei, coloquei a mão no pau dele e puxei para minha boca. Foi maravilhoso, ele dava pequenos gemidos, minhas pernas tremiam, meu corpo suava de tanto prazer. Era uma mistura de medo com tesão. Ele disse que já havia percebido eu olhando para ele, e que tinha muita vontade de me comer. Pediu para eu ficar meio agachado, puxou uma camisinha do bolso, abaixou a bermuda completamente e começou a me penetrar. Nunca havia sentido aquela sensação. Ele sabia como meter. Arranhou as minhas costas, puxou meu cabelo, batia em minha bunda. Tive a sensação de ser sua amante, estava completamente realizado com aquele macho. Ele me segurava pela cintura e metia cada vez mais, Aumentava a velocidade e depois dava longas estocadas.
Ele tirou o pau de dentro de mim, me puxou e gozou bem na minha cara, pedindo para eu lamber seus ovos. Foi a primeira vez que senti um esperma escorrendo na cara.
No momento de voltarmos para a praça foi meio complicado. Tinha alguns gays na rodoviária, que era passagem obrigatória para a praça. Como eu não era assumido ainda, foi bem complicado. Afinal dava para perceber o quanto eu estava andando com as pernas bambas.

domingo, 27 de outubro de 2013

CAÍ DE BOCA EM UM TAXISTA

Era um dia de domingo a noite, o tempo estava meio chuvoso e meu celular não parava de tocar. Decidir atender e era uma colega de trabalho que não via há muito tempo, ligando para informar do falecimento de um professor que havia trabalhado com agente há uns dois anos. Não queria sair de casa, mas por educação acabei me arrumando e saindo.

Peguei um taxi lotação que passava pela avenida, entrei, dei boa noite e não olhei para o motorista. Alguns segundos depois dei uma leve olhada para o lado. Me deparei com um senhor de 30 e poucos anos, meio gordinho, não aparentava ser muito alto. O taxi lotação estava vazio, apenas eu como passageiro, o motorista subiu os vidros do carro e disse iria ligar o ar para que eu ficasse mais a vontade. Dei um pequeno sorriso e ele me perguntou se eu estava indo “putiar”. Na hora eu expliquei para onde estava indo e perguntei, quanto ele me cobraria para me deixar lá, pois o roteiro do taxi não passava pelo local e estava chovendo. Acertamos tudo e quando fui descer peguei o número do telefone dele. Não pretendia passar muito tempo ali, apenas iria marcar presença.

Uns quarenta minutos depois, liguei para o taxista, ele me pegou no local combinado e seguimos viagem de volta a minha casa. Ele dirigia e olhava pra mim com um olhar sacana. Começou a falar das coisas que aconteciam, dizendo que não dispensava nada. Na hora eu fiquei excitado, perguntei pra ele se ele deixaria eu pegar no pau dele. E ele com uma cara de safado foi puxando minha mão. Enquanto ele dirigia eu desabotoei a calça dele e comecei a pegar naquele pau gostoso. Não era muito grande, mas era muittttoooo grosso. Ao chegar em frente ao condomínio ele parou o taxi e eu comecei a chupar aquela pica. Para minha surpresa estava super cheirosa, deliciosa, tão grossa que me forçava a abrir bastante a boca.

 

Mamei bastante aquele macho, ele sentado no banco com as calças arriadas e eu com a cabeça sobre o colo dele, chupando aquela pica grossa enquanto ele empurrava minha cabeça cada vez mais pra baixo. Quando o porteiro do condomínio percebeu o movimento diferente, desci do taxi, e fiquei de ligar para o taxista para terminarmos a brincadeirinha. Pena que perdi o número dele.

CHUPEI MEU ALUNO GOSTOSO


Em 2008 eu fui aprovado para professor de um município, fui lotado em uma escola de um bairro afastado do centro, para ajudar no deslocamento fui obrigado a comprar uma motocicleta, porém nunca gostei, sempre que possível deixava outra pessoa guiar e seguia no banco da carona. Aos sábados dava aula em um projeto nessa mesma escola, atendíamos alunos da comunidade, jovens de várias idades de 8 a 25 anos. Como eu ficava dia todo na escola, almoçava por lá mesmo, em um pequeno restaurante. Certa vez, ao terminar o turno da manhã, quando saía para o almoço perguntei a um dos alunos do projeto qual o local mais próximo para retirar uma foto 3X4. O aluno tinha 20 ou 21 anos, moreno, 1,70m mais ou menos, magro, olhar sedutor. Ele me explicou, porém como eu não conhecia o bairro ele se dispôs a me levar no local. Sentou na garupa da minha moto e foi me guiando até o local. Após tirar a foto, como retribuição convidei ele para almoçar em uma churrascaria que havia perto da escola, um pouco cara, mas eu estava precisando mudar o cardápio do outro local. Almoçamos e em meio a conversas descobri que ele “curtia” um movimento diferente. Na volta para a escola ele segurando em meu ombro sentando na garupa da moto, começou a alisar meu ombro com o dedo polegar. Não me contive e guiei até meu apartamento que ficava a uns 20 minutos dali.

Ao chegar em casa, sentamos no sofá da sala, um sofá bicama que possuía, passei a mão na perna dele, definida por jogar futebol na quadra da escola, ele imediatamente tirou o pau pra fora, não era muito grande, deveria ter uns 13 centímetros, cabeça pequena, proporcional ao pênis. Coloque todo de vez na boca, enquanto alisava suas pernas com uma mão e a outra passava sobre seu abdômen, ele ficava com os olhos fechados e segurava minha cabeça, puxando contra seu corpo e fazendo movimentos de vai e vem. Adorava sentir seu pau em minha boca. Chupei demasiadamente. Tentei beijá-lo na boca mas ele não deixou, então beijei seu pescoço e descia até aquele pau delicioso. Ele deitado no sofá bicama se contorcia, enquanto empurrava minha cabeça para sua pica. Quando ele fez sinal de que ia gozar tirei rapidamente seu pau da boca e deixei ele derramar seu leite quente em meus lábios, sujando meu queixo e minha bochecha. Fiquei um pouco deitado sobre a barriga dele, ainda com o rosto melado com aquele esperma denso, depois nos limpamos e levei ele de volta para o bairro em que ficava a escola. Nesse dia não dei mais aula a tarde. Sem condições. Rsrsrs. Ainda sinto desejo de ficar com esse aluno novamente, pena que perdi o contato após mudar de escola.

MASTURBEI MEU ESTAGIÁRIO


 De volta aos meus contos, vou relatar algo que aconteceu entre meu estagiário e eu. Trabalho em uma empresa que possui muitos funcionários, em vários setores. Pois bem, o setor do qual fazia parte tinha cerca de 12 pessoas que trabalhavam em três turnos, sendo que eu era o chefe. Em uma manhã, devido parte dos servidores estarem em greve, o setor teve que ser fechado ao público, dentro da sala ficamos apenas eu, que não podia fazer greve por possuir cargo comissionado e o estagiário, um rapaz branco, 1,76 metros, uns 80 quilos, cabelos castanhos, barba bem feita, e belos olhos azuis, que me fez contratá-lo na seleção de estagiários. Rsrsrsrs.

Já havia tido algumas conversas meio picantes com ele, passado a mão de leve, mas sem nenhuma esperança de ter algo a mais, nesse dia estava com sorte. Fui me aproximando do birô que ele estava para ver o que ele estava olhando na internet e puxei conversa, sentei do seu lado e levemente deixei meu braço repousar sobre sua coxa, ele resistiu, fingi que nada aconteceu e investi novamente, continuamos conversando e passei meu cotovelo sobre seu pau, por cima da calça, que já estava dando sinal de vida.

Ao perceber, que ele já estava ficando excitado pedi para pegar no pau dele. Ele ficou todo vermelho. Continuei a investida, chegando a oferecer dinheiro, ele disse que deixaria eu pegar em seu pau se eu deixasse ele folgar três dias no trabalho. É claro que concordei na hora, ofereci uma semana, mas achamos prudente apenas os três dias para não gerar desconfiança.

Fomos até o arquivo do setor, eu desabotoei sua calça jeans, abrindo o zíper deixando sua sunga creme a amostra. O pau dele estava duro, passei a mão por cima da cueca e baixei bem devagar, consegui ver aquele pau lindo, grosso, reto, cabeça rosada... fiquei louco... me ajoelhei e tentei abocanhar aquele pau, mas ele não deixou, então comecei a massagear aquela pica deliciosa. Olhava para aquele mastro e ficava com a boca cheia d’água... mal podia me conter com aquela cena. Continuei com cenas de vai e vem enquanto ele dava pequenos gemidos em meio aquele emaranhado de papéis. Quando ele disse que ia gozar, preparei minha mão para segurar aquela gala gostosa, ele gozou bastante, chegando a sujar o chão. Minha vontade era espalhar aquele esperma em meu rosto, mas tive que me conter. Nos limpamos e voltamos ao trabalho. Até hoje eu desejo mamar naquela rola gostosa, aquele pau duro, reto, grosso, grande e com uma bela cabeça rosada.