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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

PEGUEI MEU CUNHADO


De volta as minhas aventuras sexuais, hoje vou contar o dia em que fiquei com meu cunhado. Eu ficava com um cara maravilhoso (esteticamente falando), o sonho de consumo de todo gay. Ele era alto, bonitão, cabelos pretos, pernas grossas, braços malhados, do tipo que chama a atenção onde chega. Mas nosso relacionamento era escondido. Eu ficava com ele uma vez por semana, no horário que desse para ele vim até minha casa.
No começo eu via como uma aventura, porém eu fui me apegando e comecei a gostar dele. Masssssss, ele tinha uma namorada. Eu ficava com ciúmes, porque ficava com as sobras, então decidir ver o relacionamento como realmente era. Apenas um casinho.
Pois bem... esse cara tinha um irmão mais novo, na irmão dele tinha 17 anos, estava no 2º ano do ensino médio e para minha sorte havia ficado de recuperação em várias matérias. O colégio, desses de esquina que só se preocupam como o pagamento da mensalidade, passou como forma de recuperação final alguns trabalhos para fazer em casa. Como eu era professor, ele me pediu ajuda e eu como bom cunhado resolvi ajudá-lo.
Encontrei com ele no shopping, convidei para almoçar primeiro, de lá saímos de moto até minha casa, ele estava com uma camiseta branca, bermuda estilo surfista e uma pochete na cintura. Quando chegamos em casa, ele percebeu que uma caneta que ele trazia dentro da pochete havia estourado, sujando a camisa e a bermuda dele. Muito preocupado ele pediu para ir ao banheiro para tentar tirar a mancha. Como ele passou alguns minutos lá, resolvi perguntar se precisava de ajuda. Peguei a camisa, lavei a área e coloquei um produto para ver se saía a mancha de tinta. Mas era preciso que ele retirasse a bermuda para fazer a limpeza. Meu coração disparou naquela hora. Ele tirou a bermuda rapidamente, sem nenhum problema, e eu coloquei o produto e esfreguei, porém a tinta não saiu. Resolvemos deixar de molho. E ele, teve que ficar de cueca, pois eu “não tinha bermuda”... kkkkkkk.
Fomos para a sala e sentamos no sofá bicama, que já falei anteriormente, começamos a resolver as questões de matemática. Eu ficava muito incomodado com ele apenas de cueca e “de vez em quando quase sempre” olhava com vontade de pegar. Foi quando eu perguntei para ele se poderia pegar bem de leve. Ele me respondeu apenas: Vamos trabalhar...
Aquilo foi a resposta que eu esperava, puxei a cueca dele colocando o pau dele pra fora, que já estava ficando duro. Comecei a masturbá-lo e quando o pau dele estava duro como uma rocha, caí de boca. O pau dele era delicioso, grande, meio curvado para o lado, com uma cabeça lisinha e brilhante. Chupei bastante, ele ficava sentado com as pernas estiradas e eu deitado sobre as pernas, tentando engolir aquele pau totalmente. Queria deixar nele a minha marca. Chupei seu ovos, passava a mão na barriga dele. Ele era muito cheiroso. Rapaz gostoso demais. Me sentia como uma puta saindo com o cunhadinho. Ele olhava para mim com uma naturalidade incrível. Foi fantástico. Chupei o pau dele por quase 20 minutos, até que ele gozou. Foi o melhor trabalho de recuperação que já fiz para alguém.
Depois desse dia, ficamos muito amigos, e transamos outras vezes, com serviço completo, mas isso é uma outra história.

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