De volta as minhas aventuras sexuais, hoje vou contar o dia em que fiquei com meu cunhado. Eu ficava com um cara maravilhoso (esteticamente falando), o sonho de consumo de todo gay. Ele era alto, bonitão, cabelos pretos, pernas grossas, braços malhados, do tipo que chama a atenção onde chega. Mas nosso relacionamento era escondido. Eu ficava com ele uma vez por semana, no horário que desse para ele vim até minha casa.
No começo eu via como uma aventura, porém eu fui me apegando
e comecei a gostar dele. Masssssss, ele tinha uma namorada. Eu ficava com ciúmes,
porque ficava com as sobras, então decidir ver o relacionamento como realmente
era. Apenas um casinho.
Pois bem... esse cara tinha um irmão mais novo, na irmão
dele tinha 17 anos, estava no 2º ano do ensino médio e para minha sorte havia
ficado de recuperação em várias matérias. O colégio, desses de esquina que só
se preocupam como o pagamento da mensalidade, passou como forma de recuperação
final alguns trabalhos para fazer em casa. Como eu era professor, ele me pediu
ajuda e eu como bom cunhado resolvi ajudá-lo.
Encontrei com ele no shopping, convidei para almoçar
primeiro, de lá saímos de moto até minha casa, ele estava com uma camiseta
branca, bermuda estilo surfista e uma pochete na cintura. Quando chegamos em
casa, ele percebeu que uma caneta que ele trazia dentro da pochete havia estourado,
sujando a camisa e a bermuda dele. Muito preocupado ele pediu para ir ao
banheiro para tentar tirar a mancha. Como ele passou alguns minutos lá, resolvi
perguntar se precisava de ajuda. Peguei a camisa, lavei a área e coloquei um
produto para ver se saía a mancha de tinta. Mas era preciso que ele retirasse a
bermuda para fazer a limpeza. Meu coração disparou naquela hora. Ele tirou a
bermuda rapidamente, sem nenhum problema, e eu coloquei o produto e esfreguei,
porém a tinta não saiu. Resolvemos deixar de molho. E ele, teve que ficar de
cueca, pois eu “não tinha bermuda”... kkkkkkk.
Fomos para a sala e sentamos no sofá bicama, que já falei
anteriormente, começamos a resolver as questões de matemática. Eu ficava muito
incomodado com ele apenas de cueca e “de vez em quando quase sempre” olhava com
vontade de pegar. Foi quando eu perguntei para ele se poderia pegar bem de
leve. Ele me respondeu apenas: Vamos trabalhar...
Aquilo foi a resposta que eu esperava, puxei a cueca dele
colocando o pau dele pra fora, que já estava ficando duro. Comecei a masturbá-lo
e quando o pau dele estava duro como uma rocha, caí de boca. O pau dele era
delicioso, grande, meio curvado para o lado, com uma cabeça lisinha e
brilhante. Chupei bastante, ele ficava sentado com as pernas estiradas e eu
deitado sobre as pernas, tentando engolir aquele pau totalmente. Queria deixar
nele a minha marca. Chupei seu ovos, passava a mão na barriga dele. Ele era
muito cheiroso. Rapaz gostoso demais. Me sentia como uma puta saindo com o
cunhadinho. Ele olhava para mim com uma naturalidade incrível. Foi fantástico.
Chupei o pau dele por quase 20 minutos, até que ele gozou. Foi o melhor
trabalho de recuperação que já fiz para alguém.
Depois desse dia, ficamos muito amigos, e transamos outras
vezes, com serviço completo, mas isso é uma outra história.

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