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domingo, 27 de outubro de 2013

CAÍ DE BOCA EM UM TAXISTA

Era um dia de domingo a noite, o tempo estava meio chuvoso e meu celular não parava de tocar. Decidir atender e era uma colega de trabalho que não via há muito tempo, ligando para informar do falecimento de um professor que havia trabalhado com agente há uns dois anos. Não queria sair de casa, mas por educação acabei me arrumando e saindo.

Peguei um taxi lotação que passava pela avenida, entrei, dei boa noite e não olhei para o motorista. Alguns segundos depois dei uma leve olhada para o lado. Me deparei com um senhor de 30 e poucos anos, meio gordinho, não aparentava ser muito alto. O taxi lotação estava vazio, apenas eu como passageiro, o motorista subiu os vidros do carro e disse iria ligar o ar para que eu ficasse mais a vontade. Dei um pequeno sorriso e ele me perguntou se eu estava indo “putiar”. Na hora eu expliquei para onde estava indo e perguntei, quanto ele me cobraria para me deixar lá, pois o roteiro do taxi não passava pelo local e estava chovendo. Acertamos tudo e quando fui descer peguei o número do telefone dele. Não pretendia passar muito tempo ali, apenas iria marcar presença.

Uns quarenta minutos depois, liguei para o taxista, ele me pegou no local combinado e seguimos viagem de volta a minha casa. Ele dirigia e olhava pra mim com um olhar sacana. Começou a falar das coisas que aconteciam, dizendo que não dispensava nada. Na hora eu fiquei excitado, perguntei pra ele se ele deixaria eu pegar no pau dele. E ele com uma cara de safado foi puxando minha mão. Enquanto ele dirigia eu desabotoei a calça dele e comecei a pegar naquele pau gostoso. Não era muito grande, mas era muittttoooo grosso. Ao chegar em frente ao condomínio ele parou o taxi e eu comecei a chupar aquela pica. Para minha surpresa estava super cheirosa, deliciosa, tão grossa que me forçava a abrir bastante a boca.

 

Mamei bastante aquele macho, ele sentado no banco com as calças arriadas e eu com a cabeça sobre o colo dele, chupando aquela pica grossa enquanto ele empurrava minha cabeça cada vez mais pra baixo. Quando o porteiro do condomínio percebeu o movimento diferente, desci do taxi, e fiquei de ligar para o taxista para terminarmos a brincadeirinha. Pena que perdi o número dele.

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